Postado por Gabriel Pereira em 21 de Janeiro de 2010 às 22:16
Amo meus amigos, de verdade, cada um deles me traz algo positivo. São meu motivo de orgulho e minha razão para fazer tudo que faço.
Adoro as conversas no Messenger, o bate papo nos barzinhos e tudo mais.
Engraçado, que a maioria deles são amigos antigos, o que me dá a liberdade de achá-los uns chatos, bem de vez em quando.
Esses dias, conversando com um amigo meu, dramaturgo de uma Companhia Teatral de Curitiba, sobre a morte de Zilda Arns. Ele falou que o trabalho era legal, mas não achava tão bom, pelo fato de ser ligado a religião, era uma forma de alienação.
Achei aquilo meio desumano. No mínimo, o trabalho dessa mulher foi extraordinário, um dos seres humanos mais iluminados que nasceram nessa terra.
Fui pesquisar o que era alienação. Em um resumo próprio dizer que: alienação. é tudoaquilo que te tira da realidade, que te absorve.
Tomando por base essa definição, os churrascos que fizemos, eu e meu amigo, é uma forma e alienação, as vodkas, os martines, e as batidas que tomamos juntos, também. O futebol que cansei de o ver jogar, é talvez a principal forma de alienação do Brasil.
Mesmo as garotinhas que a gente tentava passar conversa, quando saia junto, são um tipo de alienação. Quem tenta conquistar alguém discutindo a questão do Senado Federal?
Se a gente for pensar nisso, não vamos conseguir aproveitar a vida, não admiraremos as pessoas certas e seremos uns chatos de galocha.
Postado por Gabriel Pereira em 20 de Janeiro de 2010 às 22:59
Não é possível! Devo ser muito errado mesmo. Juro para vocês que tento não me indignar com certas coisas que acontecem no mundo, mas tem coisa que é demais para a minha cabeça.
O jogador de futebol, David Beckham gastou cerca de 20 mil reais, para mandar o cãozinho que, ganhou da esposa, Victória, para um spa no centro de Londres.
Gente, será que esse cidadão não consegue perceber o mundo que estamos vivendo?
O terremoto que atingiu o Haiti deixou as pessoas daquele país sem comida e sem água, artigos que não devem faltar para o cachorro dos Beckham, eles podiam tirar um pouquinho dos mantimentos do animal e doar para o povo do Haiti.
Porém, as dondoquices com bichos de estimação não é privilégio dos milionários ingleses.
Conheço gente, que nesse último reveillon, fez filet mignon na manteiga para o cachorro. Em compensação, conheço pessoas que nunca comeram filet mignon na vida. Confesso a vocês, já fui a um aniversário de cachorro, com salgadinho, docinho e bolo, coisas que muita criança não tem, no aniversário.
Sempre deixando claro que não tenho nada contra se ter um bichinho em casa, não tem nada mais bonito do que uma criança brincando com o animal de estimação.
Só sou contrário fanatismo e exageros, sejam eles, para lidar com o animal de estimação, na religião ouno futebol.
Postado por Gabriel Pereira em 19 de Janeiro de 2010 às 18:50
Estavaeu prestes a começar mais um post, já com um tema definido,foi até sugestão de um amigo, ontem de noite em uma conversa no messenger.
Antes, para dar um tapa na preguiça pós cochilo vespertino, decidi dar uma passadinha nos outros blogs do jornal, buscando a inspiração para escrever meu post da maneira ideal, não poderia decepcionar um amigo, tinha que ter as palavras certas.
Andando pelo site, vi o blog da diretora do Jornal A CIDADE, Rosana Zaidan, no post ela cita coisas que valem a pena, para ela, apesar de tudo.
Por tabela ,me fez pensar o que valia a pena na minha.
Por mais que coisas me derrubem, que uma das pessoas que eu mais goste, diga coisas que acabam comigo, acabei de crer que minha vida, apesar de tudo, vale a pena.
Vale a pena trabalhar com gente que você admira, como Luiz Cláudio Alba, Rosana Zaidan, Edson Cury e Josué Suzuki, Fábio Russo, Felipe Santos, Renan Roque, Paulo Bahia, Gabriel Pugliani, entre outros..
Vale a pena por perceber que os amigos, amigos mesmo não esquecem de você para nada, seja para chamar você para um aniversário depois de 5 anos, sem se ver, para te visitar no hospital, chamar para a formatura da irmã, te chamar para o aniversário dele, mesmo que seja em uma quinta-feira a noite. Até de te colocar todas as alcunhas possíveis dentro de uma redação de rádio..
Tudo vale a pena, afinal são amigos.
Ter uma família que acompanha você em todo lugar que você vai e está.
Vale a pena, sobretudo ter esse espaço para expressar tudo isso.
Postado por Gabriel Pereira em 18 de Janeiro de 2010 às 19:15
Ás vezes eu me surpreendo com a velocidade que as coisas tem caído na internet.
O youtube se tornou o maior denunciador de fatos esdrúxulos, bizarros e absurdos que acontecem não só no Brasil, como no Mundo.
Ultimamente,no nosso país, o youtube tem se tornado um esclarecedor de imagens pessoais.
Graças a ele, algumas coisas começam a ser vistas como elas realmente são: descobrimos que os jornais Globais não são a coisa mais perfeita do mundo, os apresentadores cometem gafes e fazem caretas, como em qualquer trabalho de escola.
Mas, duas coisas que vi no youtube, me deixaram em um estado de estarrecimento total.
O jornalista Boris Casoy, durante o intervalo do Jornal da Band, fez uma declaração totalmente tosca, fora de propósito e preconceituosa contra dois garis que deram depoimentos de boas festas, no próprio jornal ancorado pelo jornalista.
Porém, nada se compara a declaração do cônsul do Haiti no Brasil, que também está no youtube. No vídeo, esse crápula, de nome George Samuel Antoine, afirma que a incrível tragédia que atingiu o Haiti Foi uma coisa boa, pois os torna conhecidos, entre outras declarações racistas feitas no mesmo vídeo.
Esse tipo de pessoa ,para mim, não merece nem ser chamado de humano, é um animal, uma pessoa que demonstra a mesma falta de condição de vive em sociedade do que qualquer criminoso.
Temos que agradecer ao youtube por mostrar quem são de verdade essa dois senhores,Boris Casoy e George Samuel Antoine.
Postado por Gabriel Pereira em 15 de Janeiro de 2010 às 18:54
O jornalismo é engraçado.
Às vezes a imprensa me surpreende, o que me deixa abismado é que, as tais surpresas estão piorando a cada cobertura de qualquer factual.
Tinha eu acabado de acordar, ainda absorto pelo sono, interropido, pontualmente as 7h30, pelo meu pai.
Do instante em que sai do quarto, até o momento que terminei o café, isso dá cerca de seis, sete minutos, absolutamente cronometrados, o teor do jornal foi só a tragédia acontecida com a pediatra, Zilda Arns Newman, em decorrência da catástrofe natural que aconteceu no Haiti.
Quanto a isso, acho muito válida qualquer homenagem a Zilda Arns, uma das pessoas mais iluminadas que já pisou nessa terra. A morte dela deixa um buraco imenso no mundo, mas principalmente, em um país em que pessoas pegam um dinheiro que não é delas e escondem na cueca, na meia, no panettone, etc.
Porém, já estava pronto para sair, assistindo o ‘’Bom Dia Brasil’’.
Não sei quem teve a infeliz idéia de encerrar o noticiário com imagens do Haiti pós tragédia, imagens de gente morta no meio da rua, crianças gritando sofrendo. Confesso que a imagem de um garotinho com aquele tampão de olho coberto de sangue, me chocou um pouco, algumas lágrimas rolaram desse rosto rechonchudo.
È sensacionalismo? È, com certeza, mas quem sou eu para falar?Não tirei o olho da TV.
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