Nunca escondi de ninguém que, se é que eu tenho uma especialidade no jornalismo, essa é, foi e será, esporte. Porém, uma das razões de eu, quase nunca escrever sobre isso, aqui, é, não ter o censo crítico necessário para tratar do tema.
Assim como, Manoel Carlos, com a novela das oito, James Cameron, com AVATAR e Stephanie Meyer, com Crepúsculo, os meandros do esporte também insiste em desafiar minha, tão prezada inteligência.
Vi na internet, essa semana a passeata que o Rio de Janeiro fez, em prol da mudança nas regras de distribuição do dinheiro do pré-sal que recebeu o nome granfino de, royaltie.
Primeiro, que eu vejo essa passeata, uma manobra nojenta de ganhar votos, do governador Sérgio Cabral. Estranho que essa comoção seja toda projetada e montada, seis meses antes da eleição
Se o camarada quer aparecer, não use o esporte. Tentar vincular a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas, é absurdo. Salvo muito engano da minha parte, quando o Brasil lançou candidatura, ninguém, nem cogitava essa verba. Quer aparecer? Põe uma melância na cabeça.



*Acho que a verba para a copa e as olímpiadas já tinham sido (ou pelo menos deveriam estar) acertadas na época em que foi feiro o planejamento do projeto. Só mostra que o Brasil está longe dos outros países em questão de organização, principalmente, financeira. Tá com cara de falcatrua, como sempre.