Postado por Gabriel Pereira em 27 de Maio de 2010 às 20:02
Esse aqui vaipara aqueles brasileiros que não gostam de futebol. Tentarei fazer vocês verem alguma relevância no esporte bretão.O futebol reflete a sociedade do momento. Vejamos:
Nos títulos mundiais de 58 e 62, o time brasileiro refletia uma sociedade que perdia o complexo de inferioridade. O país começava a querer ser grande,desenvolvido, imponente.
Em 70, o futebol arte da seleção maquiava as violências de um governo militar, que insistia em se impor pela força. A população esqueceu a tortura com os gols de Pelé Jairzinho e companhia
O time de 94, chato, burocrata, comandado por Parreira, refletia um governo chato, mal humorado, técnico demais, intelectual que começava, com o burguesão, intelectual de plantão, FHC.
Em 2002, a equipe de Felipão, com toda aquela lenga-lenga de Família Scolari, representa a união do povo por um país melhor, trazido naquele momento pelo governo Lula.
Hoje, faltando quatorze dias para a Copa, essa seleção repleta de brucutús, sem empatia nenhuma com o público, reflete, sim, uma campanha presidencial, cujos dois favoritos, Dilma e Serra são mal humorados e antipáticos igual o time de Dunga.
Postado por Gabriel Pereira em 19 de Maio de 2010 às 15:34
Quase que não escrevo mais . Por pouco, mas muito pouco mesmo, essas mal organizadas letras não somem de todos os mapas que existem nesse e nos outros países que habitam o sistema solar
Estava eu voltando feliz de um churrasco na casa do meus tios sábado passado, quando um alucinado atravessou o cruzamento no sinal vermelho e encheu a traseira do carro em que eu estava.
Não deu para ver nada, só um vulto branco batendo no meu carro, o rodopio do mesmo e meu pai fazendo uma força imensa para evitar um possível capotamento que aquela altura, creio que seria fatal.
Na hora passou um filme na minha cabeça. Todo meu esforço, meus amigos, minha família. Não era justo tudo isso acabar em segundos, em um sábado a noite, voltando de um jogo de truco.
O espertão que causou o acidente teve uma atitude bem digna. Digna de um inconseqüente que sai com o carro o papai e quase acaba com uma família. Fugiu sem olhar para trás.
Naquela altura já não importava quem ia pagar o carro e minha cadeira. Importava, sim que eu sai ileso do maior susto que já tomei na vida.
Postado por Gabriel Pereira em 17 de Maio de 2010 às 15:26
Quando entrei na faculdade, me achava capaz de mudar o mundo, o pensamento das pessoas. Sempre me considerei anarquista, vomitava no sistema capitalista e as injustiças sociais.
Infelizmente, com o passar do tempo, fui me desencantando. Percebi que a revolta com certas coisas não melhoram em nada a sociedade. Continuo revoltado com as Injustiças cometidas com o ser humano.
Mas comecei a ponderar que as pessoas que vomitaram no sistema sobrevivem ou sobrevivem do sistema. Existem uns exemplos clássicos, como João Gordo e Cazuza, que criticava o capitalismo e fazia as maiores peripécias com o dinheiro do sistema.
Até no futebol, a geração da copa de 82 e 86, que defende o futebol de puro ataque e critica o jogo atual, não teve a competência e o equilíbrio necessário para ganhar uma Copa do Mundo.
O sistema é esse há duzentos anos, gente, não vai mudar, não adianta insistir, dar murro em ponta de faca. É uma questão da tal da seleção natural, sobrevive e se destaca aquele que se adapta melhor.
Postado por Gabriel Pereira em 07 de Maio de 2010 às 15:30
Peço desculpas a todos aqueles que impensadamente lêem esse mal fadado e humilde espaço. Ao deixar de escrever, decepcionei cada um de vocês que sempre, não importa o que acontece lêem as bobeiras que eu escrevo aqui.
Não querem que pensem que estou sendo ingrato com e relapso com o espaço belíssimo e importante que foi dado a mim, um humilde e nem tão esforçado estudante de jornalismo. Agradeço todos os dias a oportunidade.
A tristeza é uma coisa complicada, por mais que a gente saiba que tem que ser forte em algumas situações, o ser humano não é feito de aço, é difícil. Não tem como você ver uma pessoa que esteve junto de você, sempre indo embora, e não poder nada.
Mas, depois de pensar, repensar, vi que devia continuar.Não por mim, pela minha mãe, meu pai, meu irmão que este 35 mil km de distância, pelos meus amigos, antigos e novos, por toda minha família.
Continuo em respeito a todos meus professores, Luiz Alba, o melhor profissional que já trabalhei,Rosana Zaidan e Josué Suzuki. Mas, principalmente por ele, o melhor Vô do mundo, Seu Zé Sanitá.
Postado por Gabriel Pereira em 04 de Maio de 2010 às 15:47
A minha impaciência com algumas coisas anda cada vez mais aflorada, tem hora que certas pessoas fazem uma questão absurda de me irritar, de me tirar totalmente fora do eixo. Olha, que fora do meu convívio íntimo eu até me acho um cara super calmo.
Uma das características que me fazem desgostar de uma pessoa é a arrogância. Aquele cidadão que se acha a última bolacha do pacote, a última caixa de bombom da prateleira do mercado.
O jornalismo, acho que mais do que as outras áreas tem muito isso. A infeliz da pessoinha pode ser uma simples estagiária e ganhar um dinheirinho que já começa andar com o nariz mais empinado que uma antena parabólica
O serzinho não consegue ouvir uma orientação de alguém mais experiente que já faz aquela cara de nojo irritante que me tira do sério de uma forma tão absurda que vocês nem imaginam
Infeliz daquele ou daquela que se negam a abrir a cabeça e os ouvidos para uma boa orientação profissional. Ou eu estou muito enganado ou essa pessoa vai sofrer muito na vida.
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