Tem uma série de coisas engraçadas na vida da gente. Nós mudamos e nem nos damos conta. A única maneira de percebemos os nossos equívocos é, realmente o tempo.
Lembro de, molecote, ouvir o cunhado o meu avô paterno, Antônio Figueiredo, vulgo Bigo, falando de Carlos Gardel.
Passei umas boas décadas só ouvindo por alto quem era Carlos Gardel, mas nunca me preocupei em saber da sua obra e música.
Esse fim de semana, durante um etílico jogo de pôquer, ouvi a primeira canção de Gardel. O grande Bigo, exímio músico, tinha razão, é muito bom.
Quando me dei conta, estava eu, no alto dos meus vinte e três anos, fruto do sertanejo universitário e do pop rock, encantado com o romantismo do tango argentino.www.youtube.com/watch


