Postado por Gabriel Pereira em 26 de Março de 2010 às 12:56
Como todo jornalista, sou curioso, algumas coisas aguçam minha capacidade de investigação. Desde pequeno, fatos e situações me intrigam, literalmente, me tiram o sono.
A minha curiosidade, pelo menos, começa a partir de coisas simples, como: qual a receita da Coca-Cola? Mas também, sobre coisas mais sérias: Como seria a minha vida nos anos setenta? Será que eu lutaria contra a ditadura ou seria um ‘’milico’’?
Ai vai mais uma: Como surgem os gênios? É, os gênios, como o Michael Jackson se torno tornou o ‘’Rei do Pop’’? Quando o Edson Arantes se tornou Pelé? A partir de quando Lima Duarte se tornou "O Lima Duarte"?
Como deve ter sido a vida destas pessoas. Elas já nasceram com esse dom ou foi a repetição das suas atividades de forma exaustiva e desumana que fizeram-lhes quem foram, são e serão?
Bom, como se formam os gênios a gente nunca vai saber, creio eu. A questão é que esta é uma daquelas coisas que sempre aguçarão a curiosidade de gente com a mania de detetive, feito eu.
Postado por Gabriel Pereira em 25 de Março de 2010 às 13:04
Nunca escondi de ninguém que, se é que eu tenho uma especialidade no jornalismo, essa é, foi e será, esporte. Porém, uma das razões de eu, quase nunca escrever sobre isso, aqui, é, não ter o censo crítico necessário para tratar do tema.
Assim como, Manoel Carlos, com a novela das oito, James Cameron, com AVATAR e Stephanie Meyer, com Crepúsculo, os meandros do esporte também insiste em desafiar minha, tão prezada inteligência.
Vi na internet, essa semana a passeata que o Rio de Janeiro fez, em prol da mudança nas regras de distribuição do dinheiro do pré-sal que recebeu o nome granfino de, royaltie.
Primeiro, que eu vejo essa passeata, uma manobra nojenta de ganhar votos, do governador Sérgio Cabral. Estranho que essa comoção seja toda projetada e montada, seis meses antes da eleição
Se o camarada quer aparecer, não use o esporte. Tentar vincular a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas, é absurdo. Salvo muito engano da minha parte, quando o Brasil lançou candidatura, ninguém, nem cogitava essa verba. Quer aparecer? Põe uma melância na cabeça.
Postado por Gabriel Pereira em 24 de Março de 2010 às 12:55
Recentemente, foi notícia aqui em Ribeirão Preto, a história de um falso médico que clinicava aqui na cidade e felizmente, em uma atuação brilhante, da criticada polícia ribeirãopretana, foi preso.
O que pouca gente sabe é que, Charles Barbere, preso por exercer ilegalmente a medicina, já trabalhou na imprensa da cidade,em famosas emissoras de rádio, inclusive, senhores.
Incrível, como a profissão de jornalista, não só aqui em Ribeirão Preto, mas em todo país, vem sendo ‘’jogada as moscas’’, o fato do novo médico ilegal, antigo jornalista, é só mas um em uma série de absurdos que vem se sucedendo.
É faculdade que coloca matéria EAD na grade curricular, colocam um professor para dar aula em uma classe de, quase sessenta alunos. E, por fim, gente sem base humana vira membro imprensa.
Cadê, Gilmar Mendes e o Supremo que aboliram a obrigatoriedade do diploma, para exigir o mínimo e base para se fazer parte da imprensa? Cadê, o MEC, para fiscalizar as faculdades? Enfim, alguém sabe cadê o jornalismo?
Postado por Gabriel Pereira em 23 de Março de 2010 às 12:45
Amo minha profissão, se não fosse jornalista provavelmente ficaria frustrado, sendo bibliotecário, minha opção na FUVEST que prestei meio obrigado pelos meus pais e sem pegar em um caderno na época do vestibular.
Entretanto, às vezes paro para pensar. Me ocorre que talvez a profissão que eu escolhi seja um tanto quanto desnecessária. Falo isso porque jornalistas lidam com palavras, estas sim, desnecessárias na maioria das vezes.
Mulher não quer mais receber cartas de amor, acha brega. Umas que mandei por esses tempos certeza que viraram pó. O povo prefere dormir uns cinco minutinhos a mais de manhã á ler um jornal, uma revista.
Viu? Com raras exceções, o pessoal não tem tempo, ou não quer lidar com frases, palavras, vírgulas, pontos e construções gramaticais e morfológicas. Então, para que servimos, jornalistas?
Triste, mas é a realidade. As palavras não são mais tão necessárias na vida das pessoas. Se muda de alguma forma que eu não sei qual é ou todos os profissionais de comunicação serão engolidos.
Postado por Gabriel Pereira em 22 de Março de 2010 às 12:38
Cada vez mais eu me surpreendo de forma negativa com a humanidade. Como a gente vive só em função do dinheiro, sem grana nada funciona, cada dia que passa, mais eu me convenço que o vil metal comanda o mundo.
Conheço gente que trabalhou sem receber um centavo por mais de oito meses, seis horas por dia. A vontade e a qualidade do serviço realizado ficou muito melhor depois que a mesma pessoa começou a receber um salário.
Um exemplo claro de como o dinheiro motiva é o Comercial e o Botafogo FC. Quando os dois times estavam com os salários atrasados não ganhavam de ninguém. Bastou entrar uma graninha e pronto. Coisa mais difícil do mundo é derrotar os dois times.
O dinheiro, mais do que o seu valor propriamente dito, de moeda mesmo, de ser aquilo com o que você se paga, tem embutido em si uma questão de ego. Se você ganha um bom salário é sinal que te reconhecem como pessoa e como profissional.
Por isso que eu não agüento a demagogia de falar que o dinheiro é maléfico. Se ganhado honestamente, sem prejudicar ninguém, dinheiro é bom sim. Como diz meu grande amigo Luiz Alba: "De graça, nem relógio".
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