Postado por Hamilton de Andrade Lemos em 10 de Julho de 2010 às 17:36
Só pra não perder a piada:
trocaria fácil o Lula pelo polvo.

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Postado por Hamilton de Andrade Lemos em 26 de Maio de 2010 às 17:48
Aconteceu quase isso comigo. Aumento um pouco para parecer ficção. Mas poderia ter acontecido com você, por exemplo. Ao entrar no banco, a porta giratória travou. E começou o espetáculo, para deleite dos presentes. Os vigilantes se apresentam, com a mão sobre o coldre:
- Coloque seus objetos metálicos no buraco do vidro!
- Tudo bem! - respondi, contrariado. - Eu acho que a escopeta até que passa pelo buraco, mas a sub-metralhadora vai engastalhar!
E a ironia foi minha desgraça. Vigilantes não são pagos para ter bom humor.
- OK, amigo (amigo de quem?)! Abre a mochila e "disvazia" tudo!
O tom era ameaçador e, para cumprir a ordem, precisei ajoelhar-me no chão de mármore. Retirei um celular pré-pago, um molho de chaves e um ray-ban de camelô. Não foi o suficiente para destravar a porta.
- Ô rapaz! Você deve ter mais coisa de metal aí! Passa tudo, agora!
Procurei e nada encontrei para satisfazê-los. Uma agonia interminável, quando me lembrei da fivela do cinto.
- Passa o cinto pra cá e vamos resolver a parada! - desafiou o guarda.
Cumpri o mando. E a calça caiu. E esta é imagem que todos no banco puderam degustar. Eu de joelhos, cara de parvo, segurando a mochila aberta e com as calças arriadas.
Foi quando um dos presentes, que acabava de chegar, perguntou a outro curioso:
- O que foi, hein? É assalto?
- Que nada! - disse o segundo. O moço só veio pagar uma conta de luz!
- Chi! Não quero nem pensar o que eles vão fazer comigo quando descobrirem que vim pedir um empréstimo!
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Postado por Hamilton de Andrade Lemos em 04 de Maio de 2010 às 12:36
Vista algo mais confortável, abra um bom vinho, diminua a luz e coloque aquele CD do Wando para tocar. Depois de criar um clima favorável, não se esqueça de botar as crianças para dormir, alimentar o cachorro, pagar as contas atrasadas pela internet, declarar o imposto de renda e cortar as unhas dos pés. Resta ainda organizar a agenda do dia seguinte, trocar o óleo do carro, fazer trezentas flexões, arrumar as gavetas colocando as roupas em ordem cromática decrescente e tomar suas vitaminas.
Pronto, agora o que sobrou de você está inteiramente à disposição dos instintos mais baixos, chamados assim porque acontecem preferencialmente na parte inferior ao umbigo, embora outras regiões possam ser exploradas antes, durante e depois, mas que conceitualmente não expressam a síntese do acontecimento. Agora você é uma máquina do sexo, um animal faminto à procura da vítima que lhe saciará com a própria carne. Resumindo, você está a fim e não há nada que possa impedi-lo. Por precaução, feche a janela e tranque a porta!
Então chega o grande momento em que dois (ou mais) corpos uníssonos executarão a sinfonia do amor! Lambe aqui, morde ali, põe isso naquilo, aquilo acolá, fricciona, aperta - Ai, aqui não! -, vira, desvira e tcham, tcham, tcham, tcham: o extase! E acabou! Lá está você diluído entre pernas, lençóis e travesseiros, em sintonia com a paz universal e a dança dos planetas, num momento único em que toda sua existência poderia ser resumida. Tudo converge para a plenitude e você não precisa de mais nada.
Mas caso qualquer coisa dê errado, não se desespere: ligue para o Ministro da Saúde e peça socorro. Afinal, a sugestão foi dele.
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Postado por Hamilton de Andrade Lemos em 08 de Abril de 2010 às 18:57
Alguém pode explicar porque é que as pessas jogam mais quando a loteria está acumulada? As chances aumentam ou continua tudo na probabilidade de 1 para 50 milhões? Ou ainda: será que faz alguma diferença para quem ganha salário mínimo ficar rico com 2 ou 40 milhões? Vai entender...
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Postado por Hamilton de Andrade Lemos em 05 de Abril de 2010 às 18:21
Aproveitando a Páscoa, o Botafogo tomou um chocolate. De 5 a 0. Doeu nos ovos.
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