
Dermatologistas alertam para o estrago que faz um banho muito quente durante os dias de inverno. O casal da foto, por exemplo, testemunha que nem Dove salva. Já chegam os impostos para arrancar nosso couro.

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Ribeirão Preto, 02 de Setembro de 2010
Blogs e Colunistas \ Hamilton de Andrade Lemos \ Junho 2009
RSSPostado por Hamilton de Andrade Lemos em 25 de Junho de 2009 às 12:32

Dermatologistas alertam para o estrago que faz um banho muito quente durante os dias de inverno. O casal da foto, por exemplo, testemunha que nem Dove salva. Já chegam os impostos para arrancar nosso couro.
Postado por Hamilton de Andrade Lemos em 23 de Junho de 2009 às 14:35
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Achei uma solução interessante para formar uma orquestra com restrições orçamentárias.
Não precisa gastar com instrumentos e nem com fugurino. Basta um pijama e uma touca na cabeça.
Postado por Hamilton de Andrade Lemos em 22 de Junho de 2009 às 13:51

Alguém pode, pelo amor de Deus, me dizer porque eu nunca soube que existia um lugar chamado Inguchétia? É antes ou depois de São Roque da Fartura? Dá pra ir de ônibus? Sinceramente, leitor, você sabia desse lugar? Bem, pela foto dá pra ver que a Inguchétia fica depois da pqp. Eu não vou!
Postado por Hamilton de Andrade Lemos em 17 de Junho de 2009 às 23:42
Não sei o que o leitor pensa sobre o assunto, mas para mim um concurso para cozinheiro deve testar os conhecimentos específicos do candidato sobre a arte de preparar um bom prato. Saber cozinhar bem já exige uma formação bem ampla, que vai da matemática à física, da psicologia à literatura, passando pela botânica, zoologia e contabilidade. Se souber escrever, melhor. Mas se tiver mais cuidados com a higiene, prefiro.
Por conta deste pensamento, inventei de sugerir um pequeno teste para os cidadãos que queiram preencher as noventa vagas. Aproveite e teste seus conhecimentos também.
1 - Para o arroz ficar soltinho, devemos: (a) cozinhar os grãos um a um. (b) provocar um racha no partido. (c) levá-lo à parada gay. (d) desistir dessa bobagem, pois o arroz tem todo o direito de manter a união da classe como forma de defender a soberania contra as interferências internacionais.
2 - Fritar um ovo é uma das tarefas mais difíceis da culinária. Para que o mesmo não grude no fundo da frigideira e nem espalhe óleo por todo o quarteirão, é imperativo que o cozinheiro: (a) não gema. (b) faça tudo às claras. (c) peça uma pizza. (d) converse com a galinha e a convença da importância de que seus ovos sejam menos rebeldes.
3 - Para que a sopa da merenda não queime na panela, uma dica infalível é: (a) usar macarrão de letrinhas, tendo o cuidado de retirar todas as que possam designar este ou aquele partido político. (b) deixar a batata assar. (c) não usar cenouras: só "cenouritas" (essa doeu). (d) levar tudo para a câmara, que vai mexer pra cá, mexer pra lá e manter tudo em banho-maria até o caldo entornar.
Postado por Hamilton de Andrade Lemos em 17 de Junho de 2009 às 00:45
O leitor já deve ter tido seus momentos de questionamento existencial. De onde vim e para onde vou? Ser ou não ser? Coisas assim. Provavelmente já gastou seus minutos perscrutando sobre a transitoriedade da vida e inexorabilidade do tempo. E, ainda, se debruçado sobre livros e publicações em busca de abordagens sobre os temas capitais da civilização moderna. Enfim, procurado alguma atividade útil para a mente e para a alma.
Parece que não foi bem isso que o Fantástico propôs no programa do último domingo. Já durante a semana, chamadas insistentes focaram o assunto. E qual seria este assunto tão importante? A CPI da Petrobras? A revelação das causas do acidente aéreo? Outra descoberta do câncer? Nada disso: a cereja do programa era uma discussão sobre usar ou não o sutiã aparecendo sob o decote. Brilhante!
Sendo um programa de variedades e um dos campeões de audiência da emissora, cuidei de observar que a matéria não passaria de um flash engraçado de uma personagem de novela que caiu no gosto popular. Mas não. Vários minutos foram gastos na intrigante discussão, em cadeia nacional para milhões de telespectadores, apresentando pontos de vista discordantes e mesmo opiniões de gente (dita) séria na resolução da enquete.
Sabendo do profissionalismo da equipe do programa e, portanto, de que os temas e quadros têm sempre uma razão muito pensada de existir, mesmo que esta razão seja a comercial, não consegui descobrir onde quiseram chegar com a matéria.
Será que não captei o subtexto? Estaria implícita uma nova revolução feminina, como a iniciada com a queima de sutiãs? De verdade: não entendi. Quem conseguiu, por favor, me avise.