Postado por Hamilton de Andrade Lemos em 30 de Janeiro de 2012 às 11:23
2012 é o ano do dragão, no horóscopo chinês. Por aqui, acho que isso não muda nem as moscas. Fora o fato de que não confio muito nas previsões da mídia. Falam que este ano será espetacularmente maravilhoso. Tem tudo pra ser médio igual aos outros.
Aposto uma tampinha de refrigerante como os casos de dengue vão aparecer. Daqui a poucas semanas vai ser o assunto do momento, juntamente com toda a discussão sobre o Carnaval. Anote aí: mosquito e mulher pelada na primeira página.
O Chico Anísio vai sarar. Você é quem vai ficar doente com tantas homenagens e entrevistas. O Lula também. E depois vai querer pagar promessa. Fora isso, o brasileiro vai continuar morrendo aos montes. Nas estradas, nas ruas, nas filas dos postos de saúde e nos assaltos. Vamos ter campeonato paulista e brasileirão. Se o Palmeiras ganha ou não, pouco interessa. Bom mesmo é fazer churrasco e juntar a turma.
Falando em churrasco, lembrei de cerveja. Falando em cerveja, recordei do álcool. Pois bem, o álcool vai subir mais um pouco. Depois, é capaz que desça. Menos do que subiu. Pode ser também que resolvamos bebê-lo. Enquanto isso, a Dilma vai continuar superando os índices de popularidade do governo anterior. Eu apostaria na Dilma. Brigar com mulher é perda de tempo. Lá em casa eu perco sempre.
Um avião vai cair. Ou um bairro pobre. Ou uma cidade na serra. Todo ano cai alguma coisa, em algum lugar. Inclusive edifícios cariocas. Grandes nomes serão revelados no BBB. Um destes, do sexo feminino, vai posar sem roupa na revista de mulher pelada. Tenho quase certeza. No mais, tudo pode acontecer!
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Postado por Hamilton de Andrade Lemos em 22 de Novembro de 2011 às 11:25
Como recebi diversos e-mails comentando esta crônica, veiculada na versão impressa do jornal dia 09 de novembro, achei por bem publicar aqui também. Aqui no blog fica até mais fácil comentar. Para quem ainda não leu e para quem quiser reler.
"Aproveito a quarta-feira para, junto com o leitor, comemorar o índice alcançado por Ribeirão Preto, como a quarta melhor cidade do país. Nosso muito obrigado aos amigos da Firjan pela deferência. E começo esta comemoração informando aos mesmos que, se Ribeirão é a quarta melhor para eles, para mim é a primeira. Não tem nenhuma melhor no universo inteiro. Nem no conhecido e muito menos no desconhecido.
Passado o ufanismo, na segunda parte da solenidade aproveito para cutucar os eternos críticos da nossa cidade. Uns reclamões. Cada hora é uma coisa e nunca está bom suficiente. Típico de criança mimada. E, na verdade, é isso mesmo que somos. Reclamam que o sistema público de saúde é ruim. Mas esquecem de agradecer que, pelo menos, temos um sistema público de saúde. Uma porção de postos de saúde (sim, já fui atendido em três deles), vários hospitais e tem até o HC (ô, bichão que dá um orgulho danado).
Convidaria os chatos, digo, críticos eternos, a morar em Roraima, por exemplo. Tenho um amigo que confidenciou que lá só existe internet discada, daquelas de cento e cinquenta kbps. Quando falei que usava uma de cem mega, ficou me olhando como se eu tivesse contado história de pescador.
Tudo bem, as ruas têm buracos, ainda mais quando chove muito. Não gosto deles tanto quanto qualquer um. Mas veja também que temos ruas, temos avenidas e temos até asfalto. Visite qualquer cidade do vale do Jequitinhonha e compare.
Apesar de termos tanto, a cidade não para. Nem se acomoda, já que tudo sempre pode ser melhorado. Melhorava ainda mais sem esse bando que só sabe falar mal, sem nunca mexer uma palha. "
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Postado por Hamilton de Andrade Lemos em 26 de Setembro de 2011 às 11:01
Vivi duas fase em minha vida. Uma, quando não havia internet, e outra, a presente. Gosto mais da atual, com algum saudosismo da anterior. O bom do presente com internet é que podemos comparar informações e pontos de vistas diferentes, inclusive participar de discussões sobre qualquer tema. Só fica ignorante quem quer.
Por outro lado, ela também ajuda a disseminar a mentira. Mentiras às vezes bem contadas, difíceis de detectar. Os desavisados cuidam de espalhá-la. Os mal intencionados também, mas com malícia no ato.
Bom exemplo são os inúmeros textos de autores consagrados que recebemos nos e-mails. Entre os preferidos está o meu ídolo, Luis Fernando Veríssimo. Como fã experiente, percebo de cara a farsa. E fico muito irritado, como se fosse uma ofensa pessoal. Penso: ele nunca, jamais, nem mesmo bêbado, drogado e maluco faria uma porcaria dessas. Alguns eu mando pra ele, que deve ter sua coleção de engodos. Geralmente agradece e diz que daquele ainda não tinha notícia.
Outro muito mal copiado é tão famoso quanto, articulista deste jornal: o Jabor. Quanta asneira há na internet com sua assinatura falsa. Textos melosos, precipitados, inconclusivos e babacas, diametralmente opostos ao brilhante estilo do Arnaldo. Quase um Bial.
Mas o que me faz querer ir atrás do criminoso mesmo é quando assinam como Carlos Drummond de Andrade. Reduzem nosso Poeta Maior a um imbecil. E ele nem pode mais se defender. Deixa chegar o próximo e-mail. Vou à polícia. Ou à Academia. Alguém precisa fazer algo. Vi também alguns textos meus por aí. Mas não reclamo. Só peço que usem para o bem.
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Postado por Hamilton de Andrade Lemos em 30 de Março de 2011 às 20:23
Adora cada um de meus leitores! Todos são importantes. Os que concordam e os que descordam.
Mas quando um Sr. Moliére testemunha que é meu leitor, a pena treme! Muita responsa!
Pra acalmar, abro uma Veuve Clicquot!
Um brinde ao Bivar!

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Postado por Hamilton de Andrade Lemos em 10 de Julho de 2010 às 17:36
Só pra não perder a piada:
trocaria fácil o Lula pelo polvo.

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