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Blogs e Colunistas \ Igor Ramos \ Dezembro 2009

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Blog de Igor Ramos

Tiri - Adeus ao "Sr.Botafogo"

Postado por Igor Ramos em 10 de Dezembro de 2009 às 14:34

Abaixo, trecho do meu livro no qual Tiri teve o seu destaque.

 

 

Poucos profissionais têm uma identificação tão

forte com o Botafogo, como Milton Bueno, o popular

Tiri. A sua história se confunde com a própria

história do Botafogo. Foram 37 anos dedicados ao

clube, dos quais sete como jogador e 30 como auxiliar

técnico, supervisor de futebol e treinador.

Tiri nasceu em 15 de março de 1936 em Jaú,

onde começou a jogar futebol no XV de Novembro.

De lá foi para o Jaboticabal Atlético Clube, ficando

até 1959, quando então foi comprado pelo Botafogo

por Cr$ 500,00, um valor alto para os padrões da

época. Tiri chegou ao clube indicado pelo massagista

Cláudio Mascaro, que o conhecia de Jaboticabal.

Tiri integrou-se oficialmente ao Pantera em 5

de outubro de 1959, com 23 anos. Como jogador

sempre foi um guerreiro em campo. Apesar de não

ter sido dotado de grande técnica, se superava com

muita disposição e virilidade, sem ser violento. A

regularidade era sua marca.

Teve a oportunidade de jogar ao lado de grandes

nomes como Veríssimo, Da Silva, Alex e Rezende.

Integrou o timaço de 1960, em companhia dos irmãos

Antônio e Benedito Julião, Machado, Zuino,

Henrique, Antoninho, Géo e Laerte, entre outros.

Com o Botafogo participou da primeira excursão

internacional, em 1962.

Infelizmente para ele, a sua carreira como atleta

também ficou marcada pelo fatídico jogo de 21 de

novembro de 1964, quando o Botafogo perdeu para

o Santos por 11 a 0 na Vila Belmiro.

Naquele dia, o lateral Tiri teve a missão inglória

de marcar o Rei Pelé. Mas o endiabrado camisa 10

do Santos aprontou para cima do Botafogo e fez oito

gols. Só não fez mais porque Machado evitou.

"Ganhamos deles de 2 a 0 no primeiro turno e depois

fomos para lá. No jogo no Luiz Pereira, o Zuíno

ou o Alex, até sentou na bola. Vencemos e deixamos

os caras enfurecidos. No jogo da Vila, o Brandão era

nosso treinador e nos concentramos em São Paulo para

a partida. Foi aquela catástrofe que todos sabem. Na  volta, saímos de Santos para São Paulo e tínhamos

duas Veraneio com a Pantera e o escudo do Botafogo

estampados na porta. Subimos a avenida São João e

com o trânsito parado todo mundo fazia brincadeira

com a gente porque sabiam que tínhamos perdido de

11. Foi uma esculhambação desgraçada que começou

lá em São Paulo"

"Quando chegamos em Ribeirão, e morávamos em

um casa perto de Luiz Pereira, tinha um cavalo preto

amarrado dentro da nossa república. O cavalo é 11

no jogo do bicho, então algum torcedor aborrecido

colocou o cavalo lá dentro. Além de tomar de 11 a

0, ainda tivemos que agüentar aquilo. Ou foi alguém

que torcia pelo Botafogo e ficou revoltado com a

derrota ou foi algum comercialino que quis debochar

da gente" relembra Tiri.

Os jogos contra o Santos sempre foram marcantes

para Tiri. Às vezes marcantes até demais,

ao ponto de se tornarem pesadelos e renderem histórias

pitorescas e que são lembradas até hoje.

"Quando ia jogar contra o Santos era sempre

difícil e mexia com todo mundo. Lembro que uma vez

eu tive um pesadelo nesta república onde moravam

os jogadores e o pessoal falava que eu estava marcando

o Negrão até no sonho. Eu dei um pontapé no

guarda-roupa e quebrei o pé. Dizem que me machuquei

porque tava sonhando com o Pelé"

A feliz carreira como jogador terminou sete

anos após ter chegado ao Botafogo. De 1959

a 1966 Tiri foi jogador de um clube só, até ser

emprestado ao Barretos. No seu retorno ao

Tricolor assumir a função de auxiliar técnico,

trabalhando com José Carlos Bauer.

Iniciava-se ali uma nova fase na vida de Tiri

no Botafogo. O ex-jogador se tornaria tempos

depois o recordista em dirigir a equipe como

técnico. Conseguiu a proeza de comandar o clube

por 22 vezes. O auxiliar técnico, que se tornou

supervisor, constantemente se via de volta aos

gramados para assumir a lacuna deixada por

algum treinador.

 

"Sempre que precisavam de um treinador, me

chamavam. Eu atendia porque já conhecia os jogadores

e sabia tudo sobre o clube. Foi assim muitas vezes"

Mas se engana quem pensa que Tiri foi apenas

um treinador-tampão. Nas vezes em que teve

tempo para executar um trabalho mais elaborado,

Milton Bueno conseguiu resultados. Como as

duas vezes em que ganhou o Paulistinha e em

1976, quando foi campeão do Torneio Vicente

Feola.

"Eu nunca quis ser técnico. Eu já sofria demais.

Em dia de Come-Fogo, por exemplo, eu nem comia.

Não conversava, ficava tenso. Os clássicos Come-

Fogo são as minhas maiores lembranças. No meu tempo

saíamos da cidade quatro, cinco dias antes de um jogo

contra o Comercial. Uma rivalidade indescritível"

Foi Tiri quem deixou aquele que pode ser

considerado o maior legado ao clube, que foram

os três maiores craques que já vestiram a camisa

tricolor. Tiri teve participação fundamental

no surgimento de Sócrates, Zé Mario e Raí na

equipe principal.

"Me orgulho muito disto. Na época do Sócrates

e do Zé Mario eu tinha dois meias praticamente. O

Zé tinha mais velocidade e eu coloquei ele na ponta

direita. Na meia não podia jogar porque tinha o

Sócrates e como eu tinha o João Motoca na direita,

fiz um esquema passando o Motoca para a esquerda,

fazendo o terceiro homem de meio campo pela

esquerda. As opções eram muitas e excelentes"

"O Raí foi comigo para uma excursão na América

Central e lá se firmou. Voltou com moral, titular e

depois deslanchou".

Como técnico Tiri também se tornou uma

figura folclórica por causa das suas frases

de efeito e de seu jeitão todo peculiar. Ao

ser perguntado sobre a escalação da equipe,

costumava responder aos repórteres que antes de

dar a escalação iria consultar seus "guias".

Os guias conduziram Tiri de forma brilhante

até 1992, quando deixou o Botafogo. Tempos

depois voltaria a convite do presidente Laerte

Alves. Encerrou sua trajetória no Botafogo no

início de 1998 e deixou seu nome escrito com letras

maiúsculas na história botafoguense

 

 

 

 

Poucos profissionais têm uma identificação tão

 

forte com o Botafogo, como Milton Bueno, o popular
Tiri. A sua história se confunde com a própria
história do Botafogo. Foram 37 anos dedicados ao
clube, dos quais sete como jogador e 30 como auxiliar
técnico, supervisor de futebol e treinador.
Tiri nasceu em 15 de março de 1936 em Jaú,
onde começou a jogar futebol no XV de Novembro.
De lá foi para o Jaboticabal Atlético Clube, ficando
até 1959, quando então foi comprado pelo Botafogo
por Cr$ 500,00, um valor alto para os padrões da
época. Tiri chegou ao clube indicado pelo massagista
Cláudio Mascaro, que o conhecia de Jaboticabal.
Tiri integrou-se oficialmente ao Pantera em 5
de outubro de 1959, com 23 anos. Como jogador
sempre foi um guerreiro em campo. Apesar de não
ter sido dotado de grande técnica, se superava com
muita disposição e virilidade, sem ser violento. A
regularidade era sua marca.
Teve a oportunidade de jogar ao lado de grandes
nomes como Veríssimo, Da Silva, Alex e Rezende.
Integrou o timaço de 1960, em companhia dos irmãos
Antônio e Benedito Julião, Machado, Zuino,
Henrique, Antoninho, Géo e Laerte, entre outros.
Com o Botafogo participou da primeira excursão
internacional, em 1962.
Infelizmente para ele, a sua carreira como atleta
também ficou marcada pelo fatídico jogo de 21 de
novembro de 1964, quando o Botafogo perdeu para
o Santos por 11 a 0 na Vila Belmiro.
Naquele dia, o lateral Tiri teve a missão inglória
de marcar o Rei Pelé. Mas o endiabrado camisa 10
do Santos aprontou para cima do Botafogo e fez oito
gols. Só não fez mais porque Machado evitou.
"Ganhamos deles de 2 a 0 no primeiro turno e depois
fomos para lá. No jogo no Luiz Pereira, o Zuíno
ou o Alex, até sentou na bola. Vencemos e deixamos
os caras enfurecidos. No jogo da Vila, o Brandão era
nosso treinador e nos concentramos em São Paulo para
a partida. Foi aquela catástrofe que todos sabem. Na volta, saímos de Santos para São Paulo e tínhamos
duas Veraneio com a Pantera e o escudo do Botafogo
estampados na porta. Subimos a avenida São João e
com o trânsito parado todo mundo fazia brincadeira
com a gente porque sabiam que tínhamos perdido de
11. Foi uma esculhambação desgraçada que começou
lá em São Paulo"
"Quando chegamos em Ribeirão, e morávamos em
um casa perto de Luiz Pereira, tinha um cavalo preto
amarrado dentro da nossa república. O cavalo é 11
no jogo do bicho, então algum torcedor aborrecido
colocou o cavalo lá dentro. Além de tomar de 11 a
0, ainda tivemos que agüentar aquilo. Ou foi alguém
que torcia pelo Botafogo e ficou revoltado com a
derrota ou foi algum comercialino que quis debochar
da gente" relembra Tiri.
Os jogos contra o Santos sempre foram marcantes
para Tiri. Às vezes marcantes até demais,
ao ponto de se tornarem pesadelos e renderem histórias
pitorescas e que são lembradas até hoje.
"Quando ia jogar contra o Santos era sempre
difícil e mexia com todo mundo. Lembro que uma vez
eu tive um pesadelo nesta república onde moravam
os jogadores e o pessoal falava que eu estava marcando
o Negrão até no sonho. Eu dei um pontapé no
guarda-roupa e quebrei o pé. Dizem que me machuquei
porque tava sonhando com o Pelé"
A feliz carreira como jogador terminou sete
anos após ter chegado ao Botafogo. De 1959
a 1966 Tiri foi jogador de um clube só, até ser
emprestado ao Barretos. No seu retorno ao
Tricolor assumir a função de auxiliar técnico,
trabalhando com José Carlos Bauer.
Iniciava-se ali uma nova fase na vida de Tiri
no Botafogo. O ex-jogador se tornaria tempos
depois o recordista em dirigir a equipe como
técnico. Conseguiu a proeza de comandar o clube
por 22 vezes. O auxiliar técnico, que se tornou
supervisor, constantemente se via de volta aos
gramados para assumir a lacuna deixada por
algum treinador.
 
"Sempre que precisavam de um treinador, me
chamavam. Eu atendia porque já conhecia os jogadores
e sabia tudo sobre o clube. Foi assim muitas vezes"
Mas se engana quem pensa que Tiri foi apenas
um treinador-tampão. Nas vezes em que teve
tempo para executar um trabalho mais elaborado,
Milton Bueno conseguiu resultados. Como as
duas vezes em que ganhou o Paulistinha e em
1976, quando foi campeão do Torneio Vicente
Feola.
"Eu nunca quis ser técnico. Eu já sofria demais.
Em dia de Come-Fogo, por exemplo, eu nem comia.
Não conversava, ficava tenso. Os clássicos Come-
Fogo são as minhas maiores lembranças. No meu tempo
saíamos da cidade quatro, cinco dias antes de um jogo
contra o Comercial. Uma rivalidade indescritível"
Foi Tiri quem deixou aquele que pode ser
considerado o maior legado ao clube, que foram
os três maiores craques que já vestiram a camisa
tricolor. Tiri teve participação fundamental
no surgimento de Sócrates, Zé Mario e Raí na
equipe principal.
"Me orgulho muito disto. Na época do Sócrates
e do Zé Mario eu tinha dois meias praticamente. O
Zé tinha mais velocidade e eu coloquei ele na ponta
direita. Na meia não podia jogar porque tinha o
Sócrates e como eu tinha o João Motoca na direita,
fiz um esquema passando o Motoca para a esquerda,
fazendo o terceiro homem de meio campo pela
esquerda. As opções eram muitas e excelentes"
"O Raí foi comigo para uma excursão na América
Central e lá se firmou. Voltou com moral, titular e
depois deslanchou".
Como técnico Tiri também se tornou uma
figura folclórica por causa das suas frases
de efeito e de seu jeitão todo peculiar. Ao
ser perguntado sobre a escalação da equipe,
costumava responder aos repórteres que antes de
dar a escalação iria consultar seus "guias".
Os guias conduziram Tiri de forma brilhante
até 1992, quando deixou o Botafogo. Tempos
depois voltaria a convite do presidente Laerte
Alves. Encerrou sua trajetória no Botafogo no
início de 1998 e deixou seu nome escrito com letras maiúsculas na história botafoguense

 

 

 

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De olho na Área

Postado por Igor Ramos em 10 de Dezembro de 2009 às 14:01

Boa parte da torcida e principalmente a diretoria, estão eufóricos com o retorno de William para o Botafogo. A sua vinda é uma grande contratação para o clube. Gosto deste jogador, por ser um atacante de boa técnica e um lutador dentro de campo. O típico atacante que não espera a bola chegar nos pés e que briga por ela o tempo todo. E logicamente, faz seus gols.  Será muito útil em 2010.
Porém vejo com muito exagero o alarde feito antes da sua vinda, criando uma expectativa desnecessária na torcida e na imprensa. William é um bom reforço, mas está longe de ser apontado como o "nome" para a temporada. Assim, por causa do clima gerado, esperava-se mais. O que não é demérito para William, mas sim uma demonstração de euforia por parte dos dirigentes, que parecem ter perdido um pouco a noção após o não de Vieri. Não precisava de tanto. Boa sorte a William. E que ele tenha mais um companheiro, pois só Malaquias e André Neles e Conrado é pouco para a primeira divisão. Falta o velocista.


Durante as horas em que se aguardava o anúncio do novo contratado, surgiram especulações por todos os lados. Marcelinho Carioca, Alex Mineiro, Lucas, Denílson, Robert.  Veio William. Bom, mas como ainda sem o status dado a ele.

Querendo
Dênis, empresário e irmão de Denílson, revelou que foi procurado por uma pessoa que não pertencia a diretoria do Botafogo e que se apresentou como colaborador. Denílson está desempregado e interessado. Por que não tentam a sua vinda? Por mais que Denílson esteja no fim da carreira, jogando no Paulistão ele levaria a sério e o Botafogo o faria jogar, pois o clube tem camisa e tradição e o meia não brincaria em serviço. Que pelo menos tentassem algo mais ousado, né.

 Falta ainda
O Botafogo trouxe Erivélton. Bom zagueiro. Está chegando Radamés. Tem Ademir Sopa, Malaquias e agora William. O nível está melhorando. Mas ainda faltam no mínimo um grande meia e mais um atacante diferenciado. Se  o nível de reforços não subir um pouco mais, no ano que vem a torcida vai sofrer. Pelo menos, na teoria é o que indica. Na prática, se o time der liga, mesmo sem ter nomes confiáveis, tudo pode mudar. Já vimos exemplos de times com jogadores não famosos ir longe e o contrário, também se dar mal. Mas são as exceções da regra. Tomara que este elenco se mostre melhor que o de 2009 como aposta Osvaldo Festucci.

Perfume
O empresário Carlos Augusto Dourado promete doar 10 mil frascos de perfume da linha que será lançada com a logomarca do Botafogo.

Comercial
Carlinhos deixou a Joia e o técnico Andre Oliveira ficou a ver navios. O jogador seria titular no time da A3.

Luxa ídolo
Apesar de ter seu trabalho cada vez mais questionado, Luxemburgo mostra onde chega que é um técnico capaz de trazer esperança de títulos a qualquer clube. Na sua chegada ao Atlético/MG foi tratado como ídolo pela torcida mineira. E como "mineiro" Luxa promete comer pelas beiradas e se isenta de responsabilidade. "Não me venham cobrar título logo no primeiro campeonato".

Não joga
O presidente Andrés Sanchez mantém sua posição de o Corinthians não jogar no Morumbi por considerar as condições financeiras desvantajosas. A torcida lamenta o pouco espaço que terá na Libertadores.

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De olho na área

Postado por Igor Ramos em 05 de Dezembro de 2009 às 16:53

 

O Brasil terá apenas uma partida fácil na primeira fase da Copa do Mundo e será contra a Coreia.

Costa do Marfim e Portugal serão adversários complicados, mas que o Brasil enfrentará na condição de favorito. Quem está em uma Copa do Mundo com o objetivo de ser campeão não pode temer ou escolher os rivais. Tampouco temer um ou outro jogador, no caso Cristiano Ronaldo e Drogba.

E começar o Mundial já focado em partidas mais difíceis, como as duas últimas da primeira fase, têm o lado bom. Se ficar em primeiro lugar no Grupo G, o Brasil pode enfrentar Espanha, Itália, Argentina e Alemanha apenas na final se estas seleções também ficarem na liderança na primeira fase.

Já no caminho menos complicado, o Brasil teria pela frente Chile ou Suíça nas oitavas, Holanda ou Paraguai nas quartas, França e Inglaterra na semifinal. O Mundial do ano que vem será eletrizante e poderemos ter um país africano indo mais longe do que nos últimos Mundiais.

Grupo

Comparando com o do Brasil, o grupo da Argentina é menos complicado. Não há um "grupo da morte". O grupo A talvez seja o mais equilibrado, com França, Uruguay, México e África do Sul

 

Contratados

Ademir Sopa, Malaquias e Xuxa. São três bons jogadores contratados pelo clube, mas para empolgar a torcida ainda falta muito. Qualquer avaliação antes de o time entrar em campo é precipitada, pois o futebol reserva surpresas e mesmo um time sem grandes nomes pode dar a famosa "liga". Mas em uma análise apenas de nomes por nomes, o time do início de 2009 ano possuía jogadores mais expressivos. Deste jeito vão vender carnês apenas para os fiéis de sempre.

 

Atacante

Malaquias fez um bom campeonato pelo Bragantino, mas teve um segundo semestre meio apagado. A sua contratação deve ter sido pautada pelo jogo que fez aqui contra o Botafogo na estreia do Paulistão 2009.

 

Promessa

O presidente do Botafogo, na sua última entrevista aqui, disse que iria trazer um grande nome para compensar a desistência de Vieri. Todos estão na expectativa.

Eurico de saias

Com tanta coisa importante para cuidar e tanto trabalho a realizar no Comercial, a administradora Cynthia Latorre optou por uma picuinha para dar foco ao seu trabalho. Sem justificativa, proibiu a entrada da reportagem do A Cidade nas dependências do Palma Travassos. Tal decisão contou com o apoio do presidente do clube, Rangel Scandiuzzi. Na semana passada este A Cidade publicou matéria em seu caderno de política apontando o uso de carro oficial pelo vereador Bertinho Scandiuzzi, pai do presidente. Em represália a reportagem o dirigente tomou a atitude ditatorial em conjunto com seus novos pares, que assumiram e se apoderaram do Comercial integralmente, dando em troca promessas de profissionalização e investimentos praticamente irrisórios. E no pacote imaginaram que estariam as pautas do jornal. Que lastimável. Ganhamos um Eurico Miranda de saias e seus fantoches. Tudo o que o Leão menos precisa.

 

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RP GANHOU UM EURICO (A) MIRANDA

Postado por Igor Ramos em 04 de Dezembro de 2009 às 17:58

 

Com tanta coisa importante para cuidar e tanto trabalho a realizar no Comercial, a co-gestora Cynthia Latorre decidiu tomar a primeira atitude para dar foco ao seu trabalho recém iniciado. Sem justificativa, proibiu a entrada da reportagem do A Cidade nas dependências do Palma Travassos. Tal decisão contou com o apoio do presidente do clube, Rangel Scandiuzzi. Na semana passada este A Cidade publicou matéria em seu caderno de política apontando o uso de carro oficial pelo vereador Bertinho Scandiuzzi, pai do presidente. Em represália a reportagem o dirigente tomou a atitude ditatorial em conjunto com seus novos pares, que assumiram e se apoderaram do Comercial integralmente, dando em troca promessas de profissionalização e investimentos praticamente irrisórios. E no pacote imaginaram que estariam as pautas dos jornais. Que lastimável. Ganhamos um Eurico Miranda de saias.

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Grupo do Brasil

Postado por Igor Ramos em 04 de Dezembro de 2009 às 16:45

O Brasil caiu no grupo G com Coréia do Norte, Costa do Marfim e Portugal.  Um grupo relativamente fácil. Passaremos fácil pelos coreanos, mas encarar um time africano nunca é tarefa fácil.  Diante de Portugal teremos a maior dificuldades, mas o Brasil se classifica sem problemas para a segunda fase.

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