Postado por Regina Barreto em 13 de Março de 2012 às 16:21

Ouvi esta pergunta de profissionais que discutiam carreira e acredito que, para aproximar-se da resposta, um bom exercício para quem está vivendo este dilema é responder antes outras três questões: Onde estou? Para onde vou? Qual o melhor caminho para chegar ao meu objetivo?
A melhor decisão é fruto de autoconhecimento (valores, habilidades, fraquezas e potenciais), do conhecimento das possibilidades (informações sobre o emprego atual e as outras alternativas de trabalho) e da avaliação de prós e contras de cada opção no curto prazo e seus desdobramentos no longo prazo, nas esferas pessoal e profissional.
Planejar a carreira, buscar informações e apoio trarão mais foco e segurança nesta preparação. É importante estar atento aos sinais do mercado e aplicar os novos conhecimentos, sempre que possível, no dia a dia, onde quer que esteja. É deste modo que se desenvolve competências e aumenta-se a empregabilidade. A tendência é que cheguem novas e melhores propostas profissionais, desde que a pessoa busque se fazer conhecida pelo mercado, e também na organização em que esteja atualmente, pelos seus bons resultados, posturas éticas e objetivos que almeja.
Feito o "dever de casa", ou ainda, no exercício deste, o desafio será escolher entre as boas opções de trabalho, que sempre existem, às vezes na mesma corporação em que se encontra, e as oportunidades e os riscos de uma. A grande empresa pode ser bom negócio, talvez a pequena tenha mais vantagens. Assim como as pessoas são únicas e podem ser bem diferentes do que a priori imaginamos, o mesmo vale para as organizações. Convém que nos conheçamos e, antes de assumirmos o compromisso da vivência diária, as conheçamos.
* Regina Barreto é coach, consultora de desenvolvimento humano e organizacional e sócia da Maxi Gente & Gestão.
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Postado por Regina Barreto em 01 de Fevereiro de 2012 às 14:22
Os desafios enfrentados por empresas e profissionais demandam capacitação constante. As exigências são numerosas e complexas. Formação técnica para o cargo, conhecimento da cultura e estratégias da organização, idiomas e autoconhecimento são algumas delas.
A sensação para muitos profissionais é de estar atrasado, às vezes até sentindo-se incompetente. Como ter tempo para tudo isto? Como atingir as metas que ficam mais desafiantes a cada dia? Como lidar com os conflitos entre trabalho, família, estudo, amigos e cuidar de si próprio? O que priorizar? Como entregar melhores resultados?
As respostas a estas perguntas podem vir da própria pessoa e poderão ser facilitadas com a ajuda do líder-coach ou de um coach executivo. Um líder-coach, além de orientar aspectos da tarefa e da estratégia do negócio, fornece feedback claro ao seu liderado quanto às suas expectativas, padrões de desempenho atual e desejado, potencial de ascensão na carreira e ajuda-o a desenvolver competências para se tornar um profissional mais efetivo.
Um coach executivo geralmente é um consultor externo, que não faz parte do quadro funcional da organização, e tem um olhar "de fora" para a situação. Sua abordagem está menos nos aspectos técnicos da tarefa do cliente e mais nos fatores comportamentais e estratégicos. Um dos seus papéis é ajudar o executivo (ou empresário) a investigar como sua postura em relação à carreira, ao negócio, à equipe, aos clientes, para citar algumas interações, contribuem positiva ou negativamente para os resultados.
É um processo de aprendizagem, ao longo do qual as descobertas e experiências acontecem por meio de perguntas, exercícios e feedback. A metodologia é estruturada e focada em objetivo e plano de ação. A individualização do atendimento permite um desenho sob medida. Não há receita pronta para cada competência. É a prática que vai mostrando a eficácia ou não de cada mudança realizada e com base neste feedback são feitos os ajustes e reforçados os hábitos.
É importante ressaltar que o coaching é um processo com começo, meio e fim. O cliente sente-se mais autoconfiante para seguir em frente mesmo quando o coach não o acompanha mais, pois aprendeu, adquiriu novos hábitos e tem mais clareza dos seus objetivos e das suas capacidades.
Maior autonomia, melhor desempenho, qualidade de vida e de relacionamentos, estes são alguns dos benefícios que podem ser alcançados com o coaching.
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Postado por Regina Barreto em 10 de Janeiro de 2012 às 10:11
E com ele um novo ciclo inicia. Do que passou fica o legado, o aprendizado das experiências, a gratidão pelas oportunidades encontradas, os frutos das conquistas e as sementes do futuro. Fica a essência que fertilizará o caminho adiante.
É tempo de virar o calendário. A página em branco, as lacunas na agenda e o vazio de gavetas é o espaço da criação, como num útero, onde obras inéditas são geradas a partir da combinações de recursos internos e externos.
Criar, inovar, renovar, organizar, escolher, realizar...
E você?
Quais as criações que projeta para 2012?
Imaginando que a sua vida é um livro, que título dará a este novo capítulo?
Quais as ações que trarão, ao final do ano, a gostosa sensação de realização?
Reflita sobre isto e transforme seus sonhos em objetivos e planos escritos, em ações que direcionem eficientemente a energia. Executado com disciplina, amor e flexibilidade, o que for planejado acontecerá, talvez não como imaginado, quiçá muito melhor do que previsto.
Feliz 2012!
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