- Editorias
- Política
- Cidades
- Economia
- Brasil & Mundo
- Caderno C
- Esportes
- Rodas & Cia.
- Bairros
- Sociais
- Conexão
- Giro
- Especiais
- Agrishow 2011
- Feira do Livro 2011
- Corinthians - 100 anos
- Copa África 2010
- Eleições 2010
- Pergunte à Presidente
- Suplementos
- 106 Anos
- 105 Anos
- 104 Anos
- Ribeirão 155 Anos
- Ribeirão 154 Anos
- Ribeirão 153 Anos
- Paulistão 2011
- Agrishow 2010
- Caderno Mulher 2010
- Imóveis 2010
- Meu Jornal
- Cadastre-se
- Painel de Controle
- Edição Online
- Notícias Favoritas
- Meu Cadastro
- Newsletter
- MediaCenter
- RSS
Segunda, 08 de Fevereiro de 2010 - 19h49 ( Atualizado em 08/02/2010 - 08h02 )
Médico de Michael Jackson se entrega à polícia
Ele é acusado formalmente de "homicídio involuntário" (culposo) na morte do astro.
Foto: Divulgação
O médico de Michael Jackson, Conrad Murray
Conrad Murray, o médico de Michael Jackson, compareceu pela primeira vez esta segunda-feira perante a justiça para responder pela morte do Rei do Pop em 25 de junho passado. Ele é acusado formalmente de "homicídio involuntário" (culposo) na morte do astro.
O médico deverá alegar inocência no caso. "Nós vamos pagar fiança, declarar inocência e lutar como o diabo", disse Ed Chernoff, um dos advogados de defesa de Murray.
O escritório da promotoria do distrito de Los Angeles confirmou que Murray será indiciado oficialmente depois de uma árdua investigação de sete meses realizada pela polícia e agentes federais.
Michael Jackson morreu no dia 25 de junho, aos 50 anos de idade ,em Los Angeles, das consequências de uma overdose de medicamentos e de uma intoxicação com o anestésico propofol. Jackson morreu vinte minutos depois de receber a injeção de propofol.
Murray admitiu ter injetado propofol no cantor poucas horas antes de sua morte, mas disse que se limitou a obedecer aos pedidos insistentes do Rei do Pop, que utilizava este remédio como sonífero.
Segundo as declarações do médico à polícia, ele percebeu que o cantor não respirava mais, mas esperou mais de uma hora antes de pedir ajuda.
O advogado da família Jackson, Brian Oxman, qualificou esta semana de "aterradora" a "simples ideia" de um indiciamento por homicídio culposo.
"Sabemos que o consumo desses remédios podia matar Michael Jackson. O comportamento de Conrad Murray atingiu um nível tão alto de inconsciência que pode-se dizer que foi um homicídio sem premeditação, pois ele sabia o que estava fazendo", afirmou então.
- Imprimir
esta Notícia - Enviar para
um Amigo - Assine nossa
Newsletter - Comente
esta Notícia - Compartilhar
esta Notícia

