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Quarta, 10 de Março de 2010 - 13h10 ( Atualizado em 10/03/2010 - 14h05 )
CNT volta a pedir que Câmara não aprove redução da jornada de trabalho
Segundo a CNT, reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais não garantirá a geração de mais empregos
A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) se reuniu nesta quarta-feira, com o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), para pedir que a Casa não aprove a proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho.
A CNT alega que, ao contrário do que defendem os sindicatos, reduzir a jornada de 44 horas para 40 horas semanais não garantirá a geração de mais empregos. Ainda segundo a CNT, se a redução da jornada for aprovada, o impacto no setor de transportes será imediato. As tarifas poderão aumentar até 8% e o preço dos fretes subir 10%.
A proposta está pronta para votação no plenário da Câmara, o que não ocorreu por falta de acordo. Clésio Andrade disse que a categoria é contrária a qualquer flexibilização da jornada, inclusive à proposta alternativa, feita por Temer, de reduzir gradualmente a jornada para 42 horas.
Os setores contrários à PEC podem ser favorecidos este ano. É que, por conta das eleições, os líderes partidários discutem a possibilidade de não votar PECs até o fim do ano. A ideia, segundo o líder do governo, Cândido Vacarezza (PT-SP), é evitar o debate eleitoreiro em propostas legislativas.
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- 1 Comentário
- por Almanakut Brasil, em 10 de Março de 2010 às 14:10 Tem é fiscalizar o que muitas empresas tem feito com esses funcionários que trabalham aos domingos!

