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Ribeirão Preto, 02 de Setembro de 2010

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Sábado, 24 de Abril de 2010 - 20h33

Estudantes produzem aquecedor solar

Aparelho construído em sala de aula em escola de Serrana reduz consumo de energia e provoca menos danos ambientais

Hélia Araujo

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Foto: DivulgaçãoO professor Cláudio Ramos Molina (de vermelho) e os alunos medem a distância entre reservatório e a placa de PVCO professor Cláudio Ramos Molina (de vermelho) e os alunos medem a distância entre reservatório e a placa de PVC

Alunos do 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Deputado José Costa, em Serrana, construíram um aquecedor de água movido a energia solar. O aparelho foi criado a partir da proposta de um professor de história e pode ser uma alternativa ao chuveiro elétrico, considerado o grande vilão no consumo de energia, responsável por cerca de 30% do gasto total nas residências.

O objetivo da atividade interdisciplinar foi estudar maneiras de utilizar a energia limpa e renovável para reduzir o consumo de energia e os danos que sua produção causa ao meio ambiente.

O professor de história Cláudio Ramos Molina disse que teve acesso ao projeto do aquecedor pela internet e achou interessante compartilhar o conhecimento com os alunos.

"É um aquecedor solar de baixo custo, que pode auxiliar as famílias na tarefa de economizar energia e reduzir contas de luz, promovendo a melhoria social, a preservação ambiental e a possibilidade de geração de empregos, além de elevar a auto-estima e o conhecimento do aluno", afirmou o professor.

Para a construção do aquecedor, foram utilizadas técnicas de bricolagem e materiais como placa e tubos de PVC, além de um reservatório de água de 200 litros.

Segundo Molina, os alunos são capacitados para construir e instalar o aquecedor em casa. A ideia animou e despertou os estudantes para possibilidades de uma profissão e dos problemas ligados ao consumo excessivo de energia.

Um deles é o aluno do 2º ano do ensino médio Edgar Ricardo Aparecido Toga Rover, 17 anos, que há dois anos montou em casa um aquecedor similar, mais simples, feito com garrafas pet. Desde então a economia mensal da família é R$ 40. Agora, ele pretende adotar o modelo que aprendeu a fazer na escola, com placas de PVC, para economizar ainda mais.

A matéria completa você lê na edição impressa do A Cidade deste domingo (25) ou na versão digital clicando aqui.

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  • Comentários
  • por Almanakut Brasil, em 24 de Abril de 2010 às 21:39 Parabéns!

    Exemplo a ser seguido e aperfeiçoado para ser comercializado no Brasil e exterior.
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