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Sábado, 15 de Maio de 2010 - 23h01
Classes sociais A, B e C dão preferência para A Cidade
Número de leitores AB é bem superior a dos concorrentes; proporcionalmente, classe C tem um dos maiores aumentos
O jornal A Cidade é o preferido entre os leitores das classes sociais A, B e C. O levantamento indica ainda crescimento em relação a 2007.
A Classe C, que tem crescido do ponto de vista de consumo nos últimos anos, corresponde a uma parcela de 63.340 pessoas. Proporcionalmente, é o público do A Cidade que mais aumentou, já que em 2007 havia 54.915 leitores da Classe C.
Já da Classe AB, são 73.237 leitores, o que representa uma participação de 70,4% do total (em 2007 era de 58,71%). "Para o mercado publicitário é uma informação de suma importância, pois trata-se de parcela da sociedade com poder de consumo diversificado", explica o consultor Antônio Hércules Júnior.
O segundo colocado na pesquisa Ibope, um jornal de circulação nacional, tem apenas 20.763 leitores nessa classe social, uma queda de 14.446 leitores em relação à pesquisa de 2007. "Novamente trata-se de uma liderança inconteste do jornal.
A Cidade, que tem três vezes e meia mais leitores que o segundo colocado nesse setor", reforça Hércules.
Entre os leitores, há empresários de setores variados.
Um deles, Antônio Ventrice, é comerciante estabelecido no Mercadão desde 1962. Ele é dono da Tabacaria e Chapelaria Pean. Há uns oito, nove anos, assina o A Cidade. O jornal é entregue em sua casa, em Bonfim Paulista.
"Quando chego no trabalho, já estou bem informado", diz Ventrici, 62 anos. Na opinião dele, o jornal está tão bom e bonito que ele faz questão de dar uma olhada em tudo.
Empresários
Na edição de quinta-feira, a Fortes Guimarães publicou 64 anúncios nos classificados de A Cidade. Tem sido assim nos últimos 23 anos. Trata-se de uma parceria a partir de 1987, quando da criação da empresa, por João Carlos Fortes Guimarães e os filhos João Paulo e Carlos Henrique, o "Cacaio".
Mas se a parceria comercial bate nos 23 anos, a parceria leitor/jornal supera os 50. "Vem dos tempos que meu pai tinha escritório no prédio onde funcionou o Banco Bandeirantes (hoje Banco do Brasil) bem ao lado da sede do jornal", lembra Cacaio. Na opinião do empresário de 51 anos, o A Cidade atual é "moderno, interessante, com bom nível de informação".
Pedro Além
O comerciante e presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão, Pedro Além Neto, 62, cresceu lendo A Cidade. A primeira assinatura, quem fez, foi seu pai, o também comerciante Salim Pedro Além, que individualmente ou com sócios, foi dono de casas tradicionais como O Trocadeiro, Camisaria Duque, Camisaria Barão, Confecções Spalem, Ao Camiseiro, Camisaria Globo e Petrus Magazine.
"Me pai era muito dinâmico e manteve a assinatura até morrer. Depois, passei para o nome de minha mãe."
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