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Sábado, 15 de Maio de 2010 - 23h09 ( Atualizado em 15/05/2010 - 23h12 )
Maioria dos leitores de A Cidade tem entre 30 e 50 anos
Aumento nesta faixa etária chega a 11% em relação a 2007; mas a preferência está em todas as idades
O A Cidade é para todas as idades. É o que se constata ao observar o gráfico da pesquisa desde ano. O jornal lidera com folga em todas as faixas etárias, mas o principal público está entre as pessoas com 30 a 50 anos.
Registra-se também uma grande diferença em relação aos concorrentes entre leitores com mais de 60 anos, ou seja, mais que o dobro da soma entre os outros quatro jornais citados na pesquisa.
Entre os leitores de 30 a 50 anos, são 55.409 pessoas, um crescimento de 11% em relação a 2007. "Essa é a fase da vida de maior consumo, pois é quando as famílias crescem e precisam de novos carros, casas, gasta-se mais com os filhos. É a faixa etária mais cobiçada pela maioria das empresas", observa Antônio Hércules Júnior.
Nesta faixa etária está o funcionário público Édson Caturelle, 49 anos. Quando decidiu investir na assinatura de A Cidade, não imaginava os benefícios que iria colher com o passar dos anos. A família inteira adquiriu o hábito da leitura, entre eles os filhos Laísa, que está no segundo ano de farmácia; Guilherme, 13 e Gérson, 22.
Guilherme vê tudo e adora as "tirinhas" do Caderno C. Gérson lê esporte, as notícias, classificados e confere preços de carro. E Laísa é uma jovem bem informada. Estagiária de farmácia de manipulação, já cursava o primeiro ano quando arrumou o emprego. Reveza no atendimento aos clientes e no laboratório, mas adora o trabalho de manipulação. Certamente, será uma boa farmacêutica. "A leitura sempre ajuda", admite.
A jovem tem vida corrida: entra às 7h30 no trabalho, batalha o dia todo e vai para a faculdade às 19h. Só chega em casa, nos Campos Elíseos, bem depois das 23h. Mesmo assim, com o dia espremido e cansada, não deixa de praticar um
Hábito que mantém desde a adolescência: ler A Cidade que o pai assina há uns cinco anos.
Outro leitor do jornal dentro da faixa etária que mais cresce, Edvan Fereira, 30 anos, é um "batalhador". Funcionário da construção civil, sai de casa às 6h30 para entrar no trabalho meia hora depois.
O jornal chega cedo, ele lê o que pode e se informa bem. Mas quando precisa sair antes para o trabalho, fica desapontado. Tem que esperar até o final da tarde. "Jornal é bom ler de manhã, né", diz.
Natural de São Luiz, capital do Maranhão, Edval está há dois anos em Ribeirão. Tem o segundo grau completo e gosta de ler. Mora com a família no Parque dos Pinus, na zona Norte.
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