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Quinta, 29 de Julho de 2010 - 00h41 ( Atualizado em 29/07/2010 - 09h21 )

Estudo coloca canaviais como ameaça ao Aquífero Guarani

IPT mapeia áreas de risco e aponta agrotóxicos da cana como risco maior em Ribeirão

Adriana Matiuzo

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Foto: Weber Sian - 09.mar.2010 / A CidadePescadores usufruem de lagoa: risco é maior na zona LestePescadores usufruem de lagoa: risco é maior na zona Leste

Áreas destinadas ao cultivo de cana-de-açúcar são maioria entre as chamadas zonas com potencial de risco para o Aquífero Guarani, na Bacia Hidrográfica do Rio Pardo, que compreende Ribeirão Preto. Segundo a prévia de um relatório feito pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), 25% da bacia sofre alto potencial de prejuízo ao manancial.

Representantes do IPT apresentaram na manhã desta quarta-feira o documento para técnicos, integrantes do comitê de bacias e do Ministério Público, em uma reunião no DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica) de Ribeirão.

Foram exibidos mapas para demonstrar o índice de vunerabilidade nas áreas de afloramento do aquífero. O estudo deve servir de base para futuras leis de proteção ao manancial.

Segundo o pesquisador José Luiz Albuquerque, do Departamento de Hidrografia e Avaliação Geoambiental do IPT, a metodologia usada levou em conta o tipo de material produzido, o grau de isolamento com relação ao aquífero e a profundidade do manancial no local.

Albuquerque afirma que é importante ressaltar que estas áreas não prejudicam hoje o manancial. O assunto gerou dúvidas durante as explicações. "Essa classificação quer dizer que as áreas precisam de atenção diferenciada porque podem vir a poluir o aquífero. A ideia do estudo é olhar para poder estabelecer procedimentos de proteção", disse o pesquisador.

 

 

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  • 2 Comentários
  • por Almanakut Brasil, em 29 de Julho de 2010 às 11:42 Para se chegar à essa conclusão, precisa de estudo?
  • por César Eduardo Andrade de Oliveira, em 29 de Julho de 2010 às 08:48 Possivelmente o IPT não tenha mapeado o assentamento Mário Lago.
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