Jornal A Cidade
Jornal A Cidade Fechar

Aguarde um momento...Carregando

Jornal A Cidade

Seu jornal. Sua cidade.

Ribeirão Preto, 24 de Maio de 2012

máx. 29ºC mín. 17ºC

Editorias \ Cidades

RSS

Quinta, 03 de Março de 2011 - 22h46

Escola de Ribeirão flagra menor com drogas

PM é chamada e família e especialista dizem que questão deveria ser decidida internamente

Jucimara de Pauda

Tamanho da Letra A- A+

Foto: Weber Sian / A CidadeDireção da escola Eugênia de Moraes estuda possível penaDireção da escola Eugênia de Moraes estuda possível pena

Uma adolescente de 15 anos foi flagrada na última quarta-feira ao fumar maconha no banheiro da escola estadual Eugênia Vilhena de Moraes, na Vila Virgínia, zona Oeste de Ribeirão Preto. O boletim de ocorrência de ato infracional e porte de drogas foi registrado na Diju (Delegacia da Infância e da Juventude) e a garota foi liberada para a mãe.

Foi o segundo caso do tipo em 30 dias, em Ribeirão Preto. No mês passado, dois adolescentes foram flagrados com maconha na escola Guimarães Júnior, no Centro da cidade.

"Foi a primeira vez que fumei. Foi um ato de bobeira. Sou boa aluna", diz a garota, que mora com os pais na Vila Virgínia. Ela contou que um colega de classe ofereceu a droga no momento em que eles assistiam aula, na sala do primeiro ano do ensino médio.

"Fui ao banheiro na hora do intervalo, enrolei e comecei a fumar. Quando percebi que a funcionária da escola estava chegando, joguei no vaso, mas tinha o cheiro e o fósforo", diz a garota. Ela garante que o amigo não tem o hábito de levar drogas para a escola.

Ação da polícia

A Polícia Militar foi chamada, ela e o colega foram encaminhados para a Diju e, depois, liberados.

Para a avó da adolescente, não havia necessidade da direção da escola ter acionado a Polícia Militar.

"Deveriam ter chamado a mãe dela e dado a suspensão como deram", diz.

O pesquisador em violência escolar, Aristides Marchetti, do Observatório da violência da USP de Ribeirão, afirma que o caso deveria ter sido resolvido entre os profissionais de educação da escola. "Não era caso de polícia. A escola deveria ter contornado a situação. Adolescente tem curiosidade pela droga."

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria da Educação do Estado, a direção da escola conversou com os responsáveis e, ao lado do professor mediador, analisa quais medidas serão adotadas em relação aos alunos.

A nota diz ainda que ações preventivas de combate às drogas são trabalhadas em todas as unidade, inclusive na escola citada. Entre as ações está o Sistema de Proteção Escolar, que conta com manuais de conduta que servem como referência para a convivência no ambiente escolar e detalham normas a serem adotadas em situações de conflito.

 

Não é você? Clique aqui!

600

Termos de Uso

O 'A Cidade' não se responsabiliza pelas opiniões emitidas nos comentários. Todo o conteúdo publicado neste espaço é de responsabilidade do usuário. Não serão permitidos textos com ofensas, comentários preconceituosos, racistas, ofensivos, com palavrões ou qualquer termo que desrespeite a moral, os bons costumes, a lei ou o viole os direitos de terceiros.
O 'A Cidade' não revisa nem altera o texto publicado neste espaço, mas pode, sem aviso prévio, deixar de publicar ou excluir qualquer comentário que não respeite os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema da reportagem.
O 'A Cidade' se reserva o direito de, a seu próprio critério, armazenar as informações de usuários que se conectarem ao sistema de comentários, como forma de viabilizar eventuais identificações que se façam necessárias.

Limpar
Veja todas as notícias desta editoria.
Busca Avançada