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Sábado, 28 de Janeiro de 2012 - 19h15
Empresas de Sertãozinho se preparam para o celulósico
Fornecedores de bens e de serviços para usinas acompanham o avanço da tecnologia, que está em pesquisa
Foto: F.L Piton / A Cidade
A Equipalcool está entre as empresas que se preparam para atender a tecnologia celulósica
Polo de empresas fornecedoras de bens e de serviços de usinas fabricantes tradicionais, Sertãozinho se prepara para atender aos produtores de etanol celulósico, também chamado de biocombustível de 2ª geração.
Esse combustível, que está em fase de pesquisas, promete maior produção ante o etanol convencional por conta da tecnologia empregada.
A matéria-prima, que no modelo tradicional é o caldo da cana, no celulósico prevê também a utilização do bagaço e da palha.
Levantamento do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) revela ser possível ampliar a produção do biocombustível em até 50% sem aumentar a área plantada.
Embora não haja previsão de quando começará a produção industrial do celulósico, as empresas de Sertãozinho acompanham o processo de desenvolvimento da tecnologia.
Na quarta-feira (25), representantes do Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (Ceise Br) e de empresas associadas participaram de encontro na sede do CTBE em Campinas.
Durante o evento foram apresentadas pesquisas na área de desenvolvimento de tecnologias para a produção do etanol de 2ª geração.
"Sabemos que existem muitas fases para serem avançadas, mas, caso o etanol celulósico comece a ser produzido, abrirá uma nova linha de produtos a serem fabricados, com características particulares, gerando assim mais trabalho e consequentemente mais empregos", diz Juan Haroldo Sosa, gestor da área de Pesquisa e Desenvolvimento da Equipálcool, que compareceu ao evento.
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