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Terça, 31 de Janeiro de 2012 - 22h31 ( Atualizado em 31/01/2012 - 23h03 )

Leite Nilza deverá reabrir em Ribeirão no dia 16 de fevereiro

Fornecimento de matéria prima é acertado com produtores da região de Itamonte (MG) e de Araraquara

Luciene Garcia

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Foto: 06.out.2011 - Matheus Urenha / A CidadeCom instalações consideradas modernas, a Nilza de Ribeirão deve voltar a produzir em fevereiroCom instalações consideradas modernas, a Nilza de Ribeirão deve voltar a produzir em fevereiro

Esperada para janeiro, a reabertura da unidade de Ribeirão Preto da Leite Nilza foi adiada para a segunda quinzena de fevereiro.

O reinício das atividades é acompanhado de outra novidade: dois grupos franceses sem operação no Brasil estariam negociando para começar a produzir derivados (queijos e iogurtes) na fábrica. O negócio pode ser fechado em seis meses.

O interesse de grupos estrangeiros pela Nilza começa a circular no mercado. A China Mengniu Dairy, a maior fabricante de laticínios da China, seria uma delas. A companhia entraria no País por meio da fábrica ribeirão-pretana, cujas instalações são consideradas modernas e estão desativadas por conta de questões judiciais.

Contatada, a companhia chinesa não retornou aos pedidos de informações feitos pelo A Cidade.

Sérgio Alambert, diretor da Airex, dona do laticínio, afirma não ter sido procurado por representante da companhia chinesa. Mas confirma a negociação com dois grupos franceses, sem citar os seus nomes. "O negócio com os franceses seria para introduzir produtos de maior valor agregado", explica.

Para a unidade da Nilza de Ribeirão Preto retomar o funcionamento, falta o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), segundo Alambert.

A retomada das atividades, diz, não depende do andamento do processo judicial e nem das prováveis negociações com grupos estrangeiros.

Conforme o executivo, o fornecimento de 100 mil litros por dia para envasamento em Ribeirão estaria garantido em parte pela região de Itamonte (MG), onde a Nilza possui unidade, também com pendências judiciais, e em parte por produtores da região de Araraquara.

Para colocar o leite no mercado, o executivo não descarta uma terceirização, que estaria em negociação com companhia da capital paulista.

A fábrica de Ribeirão Preto deve iniciar com produção diária de 100 mil litros de leite longa vida. Por conta das chuvas, o executivo diz que a unidade de Itamonte começa a operar em março.

 

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  • 1 Comentário
  • por ANDRE RIBEIRO, em 01 de Fevereiro de 2012 às 09:17 Sejam bem vindos e boa sorte.
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