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Quinta, 01 de Setembro de 2011 - 23h26

Promotor pede abertura de novo inquérito policial

Investigação é de suposta funcionária fantasma do vereador Oliveira Junior

Hélio Pellissari

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Foto: Tiago de Brino / A CidadeOutro inquérito policial também investiga Oliveira Junior por contratação da sua ‘sogra’ no gabineteOutro inquérito policial também investiga Oliveira Junior por contratação da sua ‘sogra’ no gabinete

O promotor criminal Manoel José Berça vai pedir a abertura de um novo inquérito policial para que seja investigada a denúncia de que Maria de Fátima Viana pode ter sido "funcionária fantasma" no gabinete do vereador Oliveira Junior (PSC), entre novembro de 2010 e junho deste ano. Ela é mãe da assessora do parlamentar, Solange Aparecida Viana e mora na cidade de Estiva Gerbi há mais de 40 anos.

Maria de Fátima confirmou ao A Cidade que nunca teve emprego fixo em Ribeirão. A denúncia foi publicada na última quarta-feira (31).

Esse é o segundo inquérito aberto contra Oliveira para investigar caso de funcionária fantasma. Um que já está em andamento investiga a contratação da ‘sogra’ do vereador, Eliana Steinkopf Caetano, mesmo ela morando em Vila Velha, Espírito Santo.

O promotor vai encaminhar toda a documentação que recebeu do presidente da Câmara Nicanor Lopes (PSDB), à Delegacia Seccional de Polícia de Ribeirão Preto para que seja aberto esse novo inquérito.

Berça explica que são duas investigações separadas, por isso a abertura de uma nova investigação.

Agravo

Segundo o promotor por se tratar de denúncia semelhante envolvendo o mesmo vereador, isso agrava a situação de Oliveira. "No decorrer da apuração a polícia pode até optar pela junção dos inquéritos, mas são fatos separados", diz.

Berça ressalta que se ficar comprovada a denúncia contra o vereador e as duas supostas funcionárias fantasmas, pode caber processo por peculato. A denúncia também será encaminhada à Promotoria da Cidadania.

 

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