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Quarta, 25 de Janeiro de 2012 - 09h11
Prefeitura dá prazo para famílias ‘desaparecidas’ se manifestarem
Cinco sorteados não entregam documentos
Foto: 28.nov.2011 - Matheus Urenha / A Cidade
Pedreiros constroem casas populares: cinco desistentes
A Prefeitura de Ribeirão Preto quer saber o paradeiro de cinco famílias que ocupavam as favelas Adamantina e Itápolis e teriam "sumido" no período em que deveriam apresentar a documentação e se mudar para o Conjunto Habitacional Paulo Gomes Romeo, por meio do Programa Municipal de Desfavelamento.
Os "procurados" terão cinco dias - a contar da publicação da convocação, no Diário Oficial, que deve ocorrer amanhã - para manifestar interesse no imóvel ou serão considerados desistentes. As cinco famílias deverão comparecer na sede da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) munidas de documentos.
Os cadastrados são Ana Paula Souza de Carvalho, Charlene de Matos Oliveira (marido Orlando Alves de Oliveira), Dinalva Vânia Souza da Silva (marido Abadia Alves Cardoso Gomes), Neiva Nilda da Rocha (marido José Paulo da Silva) e Sebastião Rui de Souza.
Nível de satisfação
A prefeitura aguarda para esta semana resultado de uma pesquisa realizada pela Cohab e CDHU com todos os moradores do conjunto sobre nível de satisfação e seus indicadores sociais. O objetivo é acompanhá-los nesta nova fase, segundo o secretário da Casa Civil, Luchesi Junior. "Queremos saber quem são os moradores, se aprovaram as residências, se estão se adaptando e se estão com as contas em dia", declarou.
Trata-se da segunda pesquisa realizada com moradores do bairro. A primeira ocorreu no início de 2011 e entrevistou 198 famílias. Na época, 92% estavam adimplentes, o nível de satisfação era alto e duas casas foram retomadas porque não eram habitadas pelos cadastrados.
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