- Editorias
- Política
- Cidades
- Economia
- Caderno C
- Brasil & Mundo
- Esportes
- Rodas & Cia.
- Bairros
- Sociais
- Conexão
- Giro
- Especiais
- Agrishow
- Corinthians - 100 anos
- Feira do Livro 2011
- Eleições 2010
- Copa África 2010
- Pergunte à Presidente
- Suplementos
- 106 Anos
- 105 Anos
- 104 Anos
- Ribeirão 155 Anos
- Ribeirão 154 Anos
- Agrishow 2010
- Paulistão 2011
- Ribeirão 153 Anos
- Caderno Mulher 2010
- Imóveis 2010
- Meu Jornal
- Cadastre-se
- Painel de Controle
- Edição Online
- Notícias Favoritas
- Meu Cadastro
- Newsletter
- MediaCenter
- RSS
Sábado, 28 de Janeiro de 2012 - 10h30
Governo Federal volta a criticar ação no Pinheirinho
A postura do governo federal, pela negociação e não criminalização de movimentos sociais, é vista como um contraponto à opção legalista do governo tucano de Geraldo Alckmin, no contexto da delimitação de terreno ideológico da disputa eleitoral que o Planalto pretende acirrar em São Paulo. A responsabilidade pela ação foi assumida integralmente pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, mas o ônus político ficou com o governo tucano, ao qual pertence a maior parte das tropas mobilizadas.
Maldos estava em Pinheirinho no dia da reintegração de posse da área e foi ferido por uma bala de borracha disparada por policiais militares. Na operação, feita de surpresa às 6h domingo, sem qualquer aviso às autoridades federais e estaduais que ainda negociavam uma solução pacífica, cerca de 6 mil pessoas foram retiradas à força de suas casas e levadas para alojamentos públicos. Os moradores resistiram e, no confronto, 18 pessoas saíram feridas, uma delas com munição real.
O secretário disse que foi desrespeitado na condição de representante do governo federal e que a Polícia Militar estava instruída apenas a bater, atirar e não dialogar. "(Os policiais) Trataram o povo como inimigo, como se fosse uma operação de guerra", relatou Maldos, repetindo a definição dada ao episódio pelo ministro Gilberto Carvalho (chefe da Secretaria Geral da Presidência), a quem ele representava nas negociações. "Ninguém perguntava ou respondia nada, apenas atacavam", resumiu.
Apesar disso, o secretário disse que o diálogo do governo federal não está rompido com as autoridades estaduais e as negociações para solução do impasse serão retomadas em breve. Ontem, ele coordenou no Planalto uma reunião técnica com representantes do Ministério das Cidades, da Secretaria Especial de Direitos Humanos e da Advocacia Geral da União (AGU), para levantar um conjunto de alternativas para solução das famílias desabrigadas com a desocupação de Pinheirinho.
Uma das medidas em estudo é assentar parte dos moradores desalojados no próprio terreno de Pinheirinho. Para isso, a AGU ficou de levantar a dívida com a União da massa falida da empresa Selecta, do investidor Naji Nahas, a quem pertence o terreno. Essa dívida seria convertida em desapropriação de parte da área construção de um condomínio vertical, dentro do programa de habitação social. O dinheiro seguiria as normas do programa Minha Casa Minha Vida. Outras pendências de devedores da União também podem entrar na negociação de terras para os desabrigados.
Serão levantados ainda os terrenos da União na redondeza, como os que pertenciam à Rede Ferroviária Federal, situados em volta da antiga estação ferroviária de São José dos Campos e nas margens da ferrovia, no perímetro central da cidade. As medidas, que serão fechadas em nova reunião na próxima quinta-feira, serão discutidas com o governo paulista e a prefeitura de São José dos Campos, numa futura rodada de negociações.
O prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury (PSDB), onde fica o terreno conflagrado, pediu desculpas a Paulo Maldos, extensivas ao governo federal. "O pedido foi aceito, claro, mas persiste a nossa divergência quanto ao método usado para desocupação, sem qualquer respeito aos direitos humanos", afirmou Maldos. "Ele me disse que não queria que o desenlace fosse violento. A ideia dele, como a nossa, era que a negociação se estendesse por ao menos 15 dias", garantiu. "Mas a PM e o TJ paulista ficaram com a opção pior: o ataque à população civil e a exclusão social".
- Imprimir
esta Notícia - Enviar para
um Amigo - Assine nossa
Newsletter - Comente
esta Notícia - Compartilhar
esta Notícia


Como foram construídas com o dinheiro público, pertencem portanto ao povo.
O pessoal do Pinheirinho poderia começar a invadir esses prédios.
Desocupados que estão.
Aqui em Ribeirão Preto, nas tais "torres" próximas ao shopping, dos 324 apartamentos, a taxa de ocupação é inferior a 10%.
Tudo feito com dinheiro público, favorecendo as elites de construtoras.
O povo deveria de invadir e ocupar.
Como prevê o Artigo 183 da C.F./88
Torcedores se odeiam em prol de uma causa chula, néscia.
Isso atende ao poder reinante.
Dividir para governar.
Um povo que cria rixa de morte por questões de jogo de futebol está tão dominado que acredito ser impossível voltar ao mundo civilizado.
Rixas de futebol com muita cerveja, loiras geladas e corrupção.
O anátema do Brasil está no Hino Nacional: "Deitado eternamento em berço esplêndido ...."
Viva a copa do mundo!
Encostam em São Paulo.
Aqui há saúde, aqui há educação, aqui há civilidade.
Então, com esse artifício, São Paulo, com um I.D.H. europeu, vira curva de rio, aonde dá todo tipo de enrrosco.
Devemos olhar com atenção a isso tudo.
O objetivo do grupo que comanda o governo federal é apossar-se do orçamento de São Paulo.
Como diz a música ficaremos assim: "O Haiti é aqui ...!"
O que fez a Justiça em São Paulo?
Reconheceu o dirieto à propriedade privada (seja lá de quem for), um dos esteios da Democracia, e garantido na Carta Magna.
Não reconhecer a propriedade privada é o caos anárquico.
De onde provem o povo da favela Pinheirinho?
Está faltando responsabilidade social muito mais no Norte do que em São Paulo, o oásis do Brasil!