- Editorias
- Política
- Cidades
- Economia
- Caderno C
- Brasil & Mundo
- Esportes
- Rodas & Cia.
- Bairros
- Sociais
- Conexão
- Giro
- Especiais
- Agrishow
- Corinthians - 100 anos
- Feira do Livro 2011
- Eleições 2010
- Copa África 2010
- Pergunte à Presidente
- Suplementos
- 106 Anos
- 105 Anos
- 104 Anos
- Ribeirão 155 Anos
- Ribeirão 154 Anos
- Agrishow 2010
- Paulistão 2011
- Ribeirão 153 Anos
- Caderno Mulher 2010
- Imóveis 2010
- Meu Jornal
- Cadastre-se
- Painel de Controle
- Edição Online
- Notícias Favoritas
- Meu Cadastro
- Newsletter
- MediaCenter
- RSS
Especiais \ Eleições 2010
RSSSegunda, 01 de Novembro de 2010 - 12h49
Rossi diz que permanência no ministério é 'especulação'
Rossi esteve na festa de aliados de Dilma em comemoração pela eleição da ex-ministra da Casa Civil e relatou que membros do PMDB chegaram a discutir sobre especulações de cargos. "Mas o Temer foi taxativo e disse que não era o momento de negociar e que a composição do governo ficará a cargo da presidente Dilma", afirmou. "É lógico que o partido será chamado por ela e que iremos contribuir", completou.
O ministro da Agricultura defendeu ainda o continuísmo na Pasta e afirmou que as políticas agrícolas atuais "deram certo" e que "não precisam ser mudadas" para o próximo governo. Um dos mais fiéis aliados de Temer, Rossi foi presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) até 1º de abril deste ano, quando assumiu a vaga no ministério deixada por Reinhold Stephanes, reeleito deputado pelo PMDB do Paraná.
É do Paraná, principal Estado agropecuário do País, que vem até agora um dos nomes cotados para substituir Rossi, caso ele não permaneça no cargo: o candidato derrotado ao governo local, senador Osmar Dias, que é do PDT e entraria na cota do partido no ministério de Dilma.
PMDB paulista
Se Rossi adota cautela para falar sobre sua permanência no cargo, não poupa ataques ao comentar o embate no PMDB do Estado de São Paulo, dominado pelo presidente estadual do partido e seu inimigo político, o ex-governador Orestes Quércia. "O PMDB de São Paulo precisa mudar radicalmente, pois se tornou um cartório comandado por quem não deixa ninguém entrar", disse Rossi.
O ministro relatou que políticos como o prefeito de Campinas, Helio de Oliveira Santos (PDT), e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Skaf (PSB), candidato derrotado ao governo paulista, chegaram a negociar a mudança para o PMDB. "Mas foram vetados por quem tornou o partido hermético", criticou.
Nas eleições, enquanto o PMDB nacional apoiou Dilma, a direção paulista do partido se aliou ao governador eleito Geraldo Alckmin (PSDB). O PMDB fez apenas um deputado federal no Estado, o ex-prefeito de São José de Rio Preto, Edinho Araújo, aliado de Serra e Alckmin, e cinco estaduais.
Entre os estaduais eleitos está Baleia Rossi (PMDB), filho do ministro e reeleito com 176.787, ou mais de 76 mil votos a mais que os 100.195 do federal Edinho Araújo. "Isso ocorreu porque o partido não se articulou para fazer uma bancada federal, o que não ocorreu com os estaduais, que atuaram de forma independente", disse. "Na próxima semana vamos discutir essa rearticulação do PMDB e fazer uma política de rearticulação, se possível sem confronto", concluiu Rossi.
- Imprimir
esta Notícia - Enviar para
um Amigo - Assine nossa
Newsletter - Comente
esta Notícia - Compartilhar
esta Notícia
- 2 Comentários
- por Almanakut Brasil, em 02 de Novembro de 2010 às 04:25 Um dos responsáveis pelo fim das erosões no Norte do Paraná, foi o Osmar Dias.
- por Martônio Ribeiro, em 01 de Novembro de 2010 às 22:40 É evidente que Rossi continuará no governo, no mesmo ou em outro cargo do mesmo nível. Afinal, Temer, agora vice-presidente, não iria jamais abrir mão do seu mais fiel discípulo.

