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Terça, 31 de Maio de 2011 - 18h49 ( Atualizado em 31/05/2011 - 19h58 )

Projetos e políticas de responsabilidade social são tema de dabate

Ex-jogador Raí, Lucinha Araújo e Ricardo Salomão foram os convidados

Paulo Schneider

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Foto: Paulo Schneider / A CidadeO ex-jogador Raí, durante debate na feira; clique para ver mais fotosO ex-jogador Raí, durante debate na feira; clique para ver mais fotos

Novamente, a educação infantil voltou a ser o tema central na Mesa de Dabates neste sexto dia de Feira do Livro.

Desta vez, ao invés de professores, estavam presentes pessoas que implantaram projetos bem sucedidos de educação e inclusão social.

Mãe do músico Cazuza, Lucinha Araújo veio do Rio de Janeiro para falar sobre a Associação Viva Cazuza, que atende crianças e adolescentes de baixa renda portadores do vírus HIV. "50% da minha vida eu dedico à associação, 50% para o meu marido. Caso contrário teria um divórcio em casa. Mas se eu pudesse, dormiria lá", afirmou a fundadora.

Lucinha explicou que atende somente crianças, pois elas não têm culpa de nada. "Na Viva Cazuza nós trabalhamos a saúde, não a doença", completou.

Nascido em Ribeirão Preto, o ex-jogador Raí veio até sua terra natal falar sobre a Fundação Gol de Letra, que desde 1998 contribui na formação de jovens carentes e também atua na organização social das comunidades ondem vivem. Alguns projetos da fundação romperam as fronteiras brasileiras e, hoje, são aplicados em outros países, como a África.

Mais um legítimo cidadão ribeirão-pretano, Ricardo Salomão mostrou outro lado da responsabilidade social, o corporativo. Responsável por este setor na gigante em que trabalha, a Petrobras, Ricardo deu bons exemplos de como empresas podem contribuir mais com a sociedade

Atualmente, um dos principais projetos sociais da Petrobras é a Universidade Corporativa, que conta com 1.700 alunos e oferece formação aos funcionários. "A forma como se obtém os resultados é tão importante quanto o próprio resultado", comentou o executivo.
 

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