Jornal A CIDADE

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Sexta-Feira, 16 de Maio 2008 - 8h46

A Cidade lidera pesquisa Ibope de jornais

A Cidade lidera pesquisa Ibope de jornais

O jornal A Cidade é lido habitualmente por 60,35% do total de leitores de jornal de Ribeirão Preto. O concorrente mais próximo tem um terço desse porcentual de leitura (22,80%). Os demais distanciam-se desses índices (jornal B tem 13,45%; jornal C, 6,39%; e jornal D, 3,86%). Lidera também, com folga, os índices de leitura em todas as classes sociais e faixas etárias. Além disso, pelo menos 51,26% dos leitores de A Cidade dão prioridade ao noticiário local e da região de Ribeirão Preto. Os dados são da pesquisa Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) “Easy Media 3” realizada em Ribeirão, entre os dias 10 e 23 de setembro deste ano. Foram entrevistadas 1.128 pessoas em toda a cidade.

A distância folgada e significativa da participação do jornal no total de leitores de cada segmento de público em relação aos seus concorrentes é resultado de um processo de profissionalização de sua equipe, reposicionamento de marketing e fortalecimento de conteúdo, com o objetivo de estar cada vez mais próximo ao leitor, afirmam o diretor editorial João Garcia Duarte e o gerente comercial Adilson Haddad. “O desafio maior é o de assumir patamares de excelência”, diz Duarte.

Os índices não significam, de maneira alguma, acomodação, concorda Haddad. “Ao contrário, nos estimulam na busca permanente de melhoria, de uma comunicação mais clara e direta com nosso leitor. Com os surpreendentes índices da pesquisa, fica mais evidente que A Cidade é um jornal de resultados, além de ter expressiva tiragem. Quem anuncia, procura resultados.”

Visão
Na opinião do diretor-industrial, David Cordeiro, os números “se devem à história do jornal e à aposta no planejamento estratégico e na visão de futuro”. O presidente da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), Francisco Pinghera, impressionou-se com os números e com a diferença em relação aos demais jornais. “Isso me gratifica, como ribeirão-pretano, porque lamentava muito a cidade não ter antes um jornal com essa qualidade que A Cidade tem atualmente”. Vê relação direta da qualidade do jornal, da força do noticiário local e regional, com a atração de anunciantes. E dá um testemunho como empresário: “Nunca havia me interessado em fazer publicidade em jornal. As mudanças e a modernização pelas quais passaram A Cidade fizeram-me mudar de idéia. Anuncio no jornal e tenho retorno garantido”.

A leitura habitual por seção do jornal, por exemplo, aponta para o acerto na opção pela ênfase no noticiário de Ribeirão Preto e região. O porcentual de leitores que habitualmente se dedica a estas notícias em A Cidade (51,26%) é mais que o dobro do obtido pelo segundo colocado.
Para o diretor editorial de A Cidade, os resultados refletem o rápido impacto dos investimentos na redação e no foco no jornalismo regional. “É mais importante a notícia sobre o acidente de bicicleta na esquina que a do desabamento de uma mina na Europa”, diz Duarte.

Reforços
Há também reforços extra-redação. Um conselho formado exclusivamente por leitores, mensalmente analisa, critica e faz sugestões ao conteúdo do jornal. Este ano, iniciou-se o projeto junto às escolas municipais, no qual o jornal é usado como instrumento de formação das crianças.

Também foram feitos debates sobre temas como internacionalização do aeroporto, etanol e revitalização do Centro. O impacto de tantas ações foi mais profundo do que parece, atesta o presidente da APP-Ribeirão (Associação dos Profissionais de Propaganda), Toni Valente. “Junto ao mercado publicitário, esse conjunto de mudanças contribui para a evolução dos anúncios para o meio”, diz. “De nada adianta uma publicidade que não esteja à altura do potencial do veículo.” E acrescenta: “Viver a cultura local, participar de um debate saudável sobre os destinos da cidade, dentro de princípios éticos, é o que a maioria dos cidadãos deseja.”

Essa percepção é sintetizada pelo presidente da ACI: “Como leitor, vejo o jornal muito mais identificado e apaixonado pelo povo da região e da cidade” Para Pinghera, “a lição de arrojo e modernidade” do jornal deveria servir de base à administração pública. “Apenas o jornal se deu conta de que estamos no centro da região de tecnologia e de produção da mais importante alternativa energética mundial. Nossos dirigentes ainda não se aperceberam disso.”

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