Dos Leitores
Quinta-Feira, 3 de Janeiro 2008 - 23h0 Lixo na rua
Desde o dia 31/12/2007, segunda feira próxima passada, os munícipes depositaram seus lixos para fora de suas casas, nas calçadas, na esperança de que haveria a coleta. Pois bem, hoje já é dia 02 ou 03 de janeiro de 2008 e até agora o lixo que se encontrava ensacado, agora está todo espalhado pelas ruas e calçadas, pois ficaram à mercê dos cachorros, coletores independentes e outros “fusués” de última hora. Pergunto aos senhores governantes e administradores desta cidade, da minha cidade, até quando seremos refens da máfia do lixo. Que se instalou há muito e ninguém tem coragem para tirá-los, sinal de que alguém continua recebendo o mensalão do lixo.
Augusto César Morandini
Mecânico da Vila Elisa
Resposta da Prefeitura:
Informamos que sua solicitação foi encaminhada ao setor de resíduos sólidos, para que possam ser tomadas as providências necessárias com relação ao lixo.
Atenciosamente,
Angélica Godoy
Hábitos infelizes
O hábito é uma aquisição adquirida com a repetição. Bom seria que a humanidade tivesse adquirido o hábito dos bons costumes e do respeito ao seu semelhante bem como às leis que regem a sociedade.
Em um shopping da cidade, lotado pelo final de ano, vi uma vaga muito fácil e quando ia estacionar o carro verifiquei que a mesma estava reservada para pessoas idosas. Procurei então outra vaga e para minha surpresa, ao sair daquela destinada aos idosos, um casal de jovens estacionou o seu carro tranqüilamente. Perto dali, numa vaga para pessoas portadoras de deficiência outro casal estacionou o carro sem que ninguém naquele carro tivesse qualquer problema físico. Então, em poucos minutos, pessoas teoricamente educadas cometeram dois graves erros: não observaram ou não quiseram observar que estacionaram em lugar destinados a pessoas com dificuldades de locomoção, coisa que certamente os dois casais não tinham. É o velho hábito da “lei do Gerson”, levar vantagem em tudo.
Jorge Jossi Wagner
Professor de História