Jornal A CIDADE

Igor Ramos

Terça-Feira, 8 de Janeiro 2008 - 23h5

De olho na Área


Exemplo campineiro - I

A EMS, indústria farmacêutica, acaba de fechar patrocínio com Guarani e Ponte Preta. No acordo firmado, o laboratório estampará sua logomarca nos uniformes dos dois times, realizará ações promocionais durante os jogos, utilizará camarote privativo e instalará placas publicitárias nos estádios Moisés Lucarelli e Brinco de Ouro da Princesa. Ambos receberão R$ 2 milhões.

Exemplo campineiro - II

Em Ribeirão os clubes lutam para conseguir as coisas sozinhos e sofrem atrás de verbas quase irrisórias. Talvez se trabalhassem juntos (pelo menos nesta causa) poderiam conseguir algo melhor. Mídia e consumidores ainda existem na cidade, o que seriam os principais atrativos para o investidor. Difícil é convencer qualquer anunciante que os clubes ainda despertam o mesmo interesse de outros tempos. As pesquisas mostram o contrário.

Muro da discórdia

Poli e “estádio” disputam espaço pela utilização da água e luz do estádio. Um muro foi construído para separar funcionários do clube e do estádio Palma Travassos. O mesmo muro foi derrubado nesta semana e a discussão está aberta. O presidente Fernando Athayde não quer que a energia e a água do estádio sejam utilizados pelo clube poliesportivo arrendado e chegou a elaborar Boletim de Ocorrência.

É Leão ou não é

O poliesportivo tenta desvincular sua imagem do Comercial. A prova é que lançou campanha em outdoors no Jardim Paulista, nos quais se refere ao clube, como o “Clube dos Jardins”. O logotipo do Comercial aparece timidamente no espaço publicitário e o nome da agremiação não é citado. O argumento é que “o poliesportivo está aberto para todas as torcidas”.

Betão Peixe de Leão

O zagueiro Betão foi contratado pelo Santos e terá que jogar muita bola para não ser perseguido pela torcida do Santos. A rejeição por ex-jogadores do Corinthians é grande na Vila Belmiro e o zagueiro terá que superar este obstáculo, além das suas prórias limitações. Betão não é um primor, mas pode ser titular na zaga do Santos, como poderia ser no Corinthians. No Peixe terá a confiança de Leão, quem lhe deu a braçadeira de capitão no Corinthians e referendeu sua contratação na Baixada. Betão foi deixado de lado injustamente no Parque São Jorge, enquanto que outros bondes do rebaixamento de 2007 continuam por lá, como Bruno Octávio e Héverton.

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