Igor Ramos
Quinta-Feira, 10 de Janeiro 2008 - 23h1 Poli BFC I
Para tentar por um fim no descaso, a diretoria do Botafogo nomeou Gilberto Pinhata com o objetivo de salvar o poli da Vila Tibério, hoje às moscas.
Poli BFC II
O conselheiro Marcelo Luis Reis enviou proposta de arrendamento do clube no ano passado. Boa ou ruim, a mesma sequer foi analisada. O motivo: picuinhas políticas.
Jogo-treino I
Qualquer análise ainda é precipitada, mas aos poucos o Botafogo vai mostrando para que lado pretende fazer a curva. É cedo para julgar a capacidade desta equipe e dizer até onde ela pode chegar na A2, mas que preocupa, preocupa.
Jogo-treino II
Carlos Rossi ficou irritado ao saber que Pinho havia dado entrevista à rádio 79 AM, fazendo críticas ao time do Botafogo. “Ele deve estar procurando emprego”, disparou. Rossi já dá sinais que a pressão começa a incomodá-lo. O treinador, porém, mostrou convicção na sua aposta de que o time vai longe na A2. Para isto comparou as derrotas sofridas por outros times que estão na mesma divisão, e que são apontados como favoritos. Mas vejamos: se resultado não conta para o Bota, não conta para os outros também, oras.
Timemania
A Caixa se comprometeu a divulgar a lista dos times que aderiram à Timemania. Segundo a assessoria, isto aconteceria ontem. Mas a lista não saiu, pois a Caixa ainda confere documentos. Até o final do mês, os clubes participantes serão conhecidos. A loteria deve entrar em circulação até o final de fevereiro.
Aproximação
A Francana jogou com o Palmeiras, a Internacional vai jogar com o Corinthians. Botafogo e Comercial poderiam fazer o mesmo. Esta aproximação dos clubes grandes só traz benefícios. No caso do Botafogo poderia ser uma semente plantada para que jogos de grande porte pudessem ser realizados no Santa Cruz, um dos poucos do Brasil com habite-se. É desejo dos grandes levar partidas para o interior. Mas por aqui não há mobilização neste sentido. Faltam “relações públicas”.
Transparência
Clubes grandes divulgam sem nenhum constrangimento os valores de seus contratos de patrocínio. No interior está prática não existe e a desculpa é sempre a mesma. O medo de penhoras. Depois ainda falam em transparência.
Os clubes são públicos e deveriam escancarar seus balancetes.