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Sabado, 23 de Fevereiro 2008 - 20h16

Tratamento utiliza de testes a até software


O diagnóstico do TDAH é clínico, baseado no comportamento da criança e em testes para medir a sua capacidade de atenção. O tratamento é feito através de medicação controlada associada a terapia cognitiva. São usados psicoestimulantes, substâncias que estimulam a produção de dopamina que se encontra deficiente naquela região do cérebro. “Ela atua acionando o ‘break’. A criança fica menos agitada e mais atenciosa”, explica Arruda.
Mas segundo ele, a primeira reação dos pais ao diagnóstico é de não aceitar o transtorno pela necessidade deste tipo de medicação. “Os pais chegam ao consultório com a sensação de terem errado em algum momento da educação’, relata.
Mas as crianças se sentem resgatadas com o diagnóstico. “Elas encontram uma explicação para suas dificuldades, como a falta de entrosamento social e o fato de terem de estudar horas a mais que os outros alunos”, informa. Já as que não aceitam o transtorno tornam o prognóstico ruim. Quanto mais cedo for tratado, maior será a eficácia. “Entre 6 e 10 anos é o início da fase de amadurecimento do cérebro”, conclui,
No site da Associação do Déficit de Atenção (www.tdah.org.br) há um questionário que ajuda os pais a detectarem se é o momento de procurar um neurologista.

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