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Terça-Feira, 26 de Fevereiro 2008 - 23h15 Um mês depois da morte do estudante Rodrigo Cintra do Prado Pereira Bonilha, de 18 anos, o vigilante Aurelito Borges Santiago, de 39 anos, continua foragido. Santiago confessou ter dado o tiro que matou o estudante, na madrugada do dia 26 de janeiro.
O crime ocorreu na madrugada de sábado na rua João Godoy, no Jardim São Luiz, área nobre de Ribeirão. Santiago não tinha porte de arma. O estudante estava acompanhado de um grupo de amigos quando levou o tiro nas costas. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu às 11h de domingo.
O inquérito do homicídio já foi relatado à Justiça, que aguarda o resultado dos laudos da arma e do exame residuográfico, para concluir o caso. Santiago teve a prisão preventiva decretada no dia 1º deste mês. Desde então, o vigilante está foragido.
O advogado José Ricardo Guimarães Filho afirmou que seu cliente só deve se apresentar se a prisão preventiva for revogada. Segundo ele, a ausência de Santiago não permitiu a reconstituição do crime.
“Todos queremos saber como e por que esse crime ocorreu. Só com a reconstituição será possível saber disto. Aurelito só vai se entregar se a prisão for revogada”, disse.
Parentes do estudante fazem hoje uma missa em homenagem aos 30 dias da morte de Bonilha, às 19h na Igreja São José, localizada na rua São José, 743, no Centro.