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Opinião

Terça-Feira, 4 de Março 2008 - 23h33

Prejuízos reais


Mais de 18 milhões de brasileiros têm Internet em casa. E passam, em média, mais de 23 horas/mês conectados na rede mundial de computadores. Com todo esse envolvimento, o crescimento do comércio eletrônico bate recordes e exige cuidados especiais na hora de encomendar um produto, seja ele qual for.
Por um lado, compras eletrônicas facilitam a vida de quem não tem tempo disponível ou saúde e condições físicas para enfrentar trânsito, fila e outros complicadores em épocas de movimento, como Natal e Dia das Mães. Porém, sites desconhecidos podem trazer grandes dores de cabeça. E perdas financeiras, como as que têm sido noticiadas pela Imprensa e acabam na Justiça.
Uma cidade de prestação de serviços, como Ribeirão Preto, pode e deve apostar no comércio eletrônico. Muitas lojas presenciais já abriram filiais virtuais que oferecem, além da facilidade de entrega, compras seguras.
Basta que o consumidor tenha o discernimento de se informar sobre quem é quem na WEB. A grande diferença da compra presencial para a compra eletrônica, é que nas lojas do Centro ou do Shopping, o consumidor sai com o produto nas mãos. Sem dúvida, uma vantagem.
Na compra virtual, faz-se a compra, paga-se com cartão de crédito, boleto bancário ou débito em conta. E espera-se a entrega do produto pelo correio. É um voto de confiança, que sites tradicionais e bem-estabelecidos honram. Ou o comércio eletrônico não faria sucesso. Mas é preciso abrir os olhos, pesquisar com seriedade, e optar por pagamentos parcelados para evitar dissabores nada virtuais.

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