Dos Leitores
Terça-Feira, 25 de Março 2008 - 23h28 Luta antiga
Durante anos, lutamos pela História de Ribeirão Preto... Faz 25 que falo sobre sua Geografia (Cenas Urbanas) que não define o limite de um bairro e outro. Vila Tibério (antiga Vila Formosa) é confundida em vila Lobato, Amélia, Sumarezinho, etc. Ipiranga e Campos Elíseos não existem. Isto confirma-se na Prefeitura.
A ACI “criou” o bairro Ipiranga, mas existe um lugarzinho chamado Ipiranga no antigo Campo Aberto quase perto do velho Pau do Urubu. Ribeirão Preto perde muito no decorrer dos anos. Perdemos, ultimamente, um viaduto central.
Não se pode mais andar por Ribeirão Preto; em nossas calçadas, lixeiras, rampas e portões-cercas, os canteiros no passeio público. Até escolas (formadoras de cidadania) ocupam espaço público para destacar a sua “beleza pedagógica”. Veja como ficou ridículo o espaço legislativo aramado e cheio de eletricidade. Calçadas por lá não há. Veja o exagero de terras do Campus Universitário (cercado!).
Ribeirão Preto vive de muralhas e aramados... Nossa Baixada histórica, boêmia e do Comércio e Indústria perde o seu encanto... Quantas áreas não poderiam ser da habitação popular. O cemitério de Vila Tibério (lei) tem um terrenaço à espera... Também próximas a rodovia que vai a Sertãozinho, terras para nova rodoviária. É tempo de deixar de construir cercas onde deve ser popular e criar parques onde pode ser habitacional o que nos falta é maior envolvimento comunitário e solidário.
Nilton Manoel
Trovador
Trânsito
Concordo plenamente com a idéia de desafogar o trânsito no Centro de Ribeirão Preto.
Várias soluções possíveis: a via ferroviária desativada que corta a maioria dos bairros poderia fazer corredores de ônibus.
Se não for viável para o poder pública se poderia fazer a primeira linha de trem na malha ferroviária.
Transformar o estacionamento na esplanada do Pedro II em área azul - e não deixar como estacionamento privado de estabelecimentos comerciais. Finalizando, poderia-se fazer o rodízio de carros, como o que já existe em São Paulo, capital.
Marcelo Apolinário Cadette