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Sexta-Feira, 28 de Março 2008 - 22h22

Mais uma ‘pedreira’

MATHEUS URENHA Mais uma ‘pedreira’ ARRUMANDO A CASA Técnico Miguel Jabur enfocou trabalho ofensivo nos últimos treinamentos

A equipe de handebol de Ribeirão Preto (SME/Barão de Mauá) terá mais um difícil desafio hoje, pela segunda rodada do Campeonato Paulista de Handebol. O time pega a Hebraica, em São Paulo.
A Hebraica é apontada como uma das quatro melhores equipes da competição. Em sua estréia, pegou de cara o Pinheiros, um dos times mais fortes do país, e foi derrotada por apenas três gols: 31a 28.
“Deve ser outra pedreira. A Hebraica é fortíssima candidata para chegar nas semifinais, mas vamos tentar endurecer para os grandes”, disse o técnico Miguel Jabur.
O time ribeirão-pretano, que disputa a competição pela primeira vez, perdeu na estréia para o São Caetano, também favorito, mas alcançou seu objetivo. A derrota foi suada, sendo que São Caetano venceu por 25 a 18. No intervalo, a partida estava 11 a 10.

Força ofensiva
Durante a semana, a equipe treinou muito as ações ofensivas, para tentar melhorar o aproveitamento. “Na primeira partida sentimos dificuldades no um contra um. Acabamos não levando vantagem. Esta semana também treinamos muitas finalizações e tentamos corrigir algumas falhas na defesa”, disse.
Mesmo com esta deficiência ofensiva, Ribeirão tem o terceiro goleador do torneio. Paulão marcou sete gols na estréia.
A estréia de Ribeirão em casa será no dia 6 de abril, às 15h30. O time enfrenta São José dos Campos.


RP terá que superar problemas na armação
Além da forte equipe da Hebraica, Ribeirão terá que superar problemas com seus armadores na tarde de hoje. Os armadores Leandro e Paulo Eduardo estão machucados, mas mesmo assim vão para o jogo.
“Eles estão viajando conosco, vão tentar jogar. Dentro do grupo temos peças de reposição, mas perder um armador central é sempre complicado”, disse.
Segundo o técnico Miguel Jabur, as lesões também atrapalharam os treinamentos durante a semana.
“Tivemos que fazer algumas adaptações na armação da equipe. É sempre complicado. Por isso esperamos contar com nossos armadores”, comentou.
Além dos problemas no elenco, Miguel Janur apontou que a força física das demais equipes também atrapalha o time. “O meu pivô (Fábio) tem 1,97m, mas na última partida parecia uma criança perto do cubano. A vantagem é que ficamos com uma equipe rápida”, afirmou.
A equipe de São Caetano conta em seu elenco com o cubano Rafael da Costa Capote, que se refugiou no país após a disputa dos Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro.



JEAN VICENTE
Especial para A Cidade

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