Opinião
Sabado, 29 de Março 2008 - 16h47 Iniciamos hoje mais uma série de matérias sobre o trânsito em Ribeirão Preto. Desta vez, com um convite especial ao leitor, para que comece a enviar sugestões pontuais e claras, para melhorar as condições de tráfego em lugares por onde passa todos os dias.
Só jogando luz sobre os problemas, ampliando diagnósticos conjuntos, imaginando possibilidades, teremos mais chances de resolver as questões que nos atrapalham e interferem na nossa qualidade de vida. A partir do momento em que saímos da cidade e vamos para a estrada, os problemas podem ficar ainda maiores - principamente quando se esbarra em “curvas da morte”, perigosas, e algumas vezes fatais, como essa que matou as cinco pessoas de Rifaina, num acidente que comoveu o país e parou a cidade para enterrar seus mortos. Não basta chorar: é preciso exigir que o Departamento de Estradas e Rodagem cumpra o que prometeu e mude o traçado da Cândido Portinari.
Começamos, também, nesta edição, uma série de reportagens para um retrato amplo, em cores ou preto e branco, sobre os nossos núcleos de favela, onde vivem, hoje, mais de 18 mil pessoas, incorporadas à população através de correntes migratórias que saíram principalmente do nordeste e de Minas Gerais. Nossos repórteres foram a campo para ver como vivem, o que pensam e o que querem esses moradores, no momento em que anuncia que vai começar a urbanização da Favela do Monte Alegre. E aí o impasse: o núcleo inchou, na expectativa da urbanização. Como há uma lista “congelada” de moradores, como é que fica a situação de quem entrou depois do “congelamento”? A conferir.