Boa Forma
Sabado, 5 de Abril 2008 - 14h13 Há seis meses a psicopedagoga Maria Imaculada Alexandrino, 46 anos, decidiu se matricular em uma academia com um objetivo: aprender a correr. O primeiro passo foi a avaliação. Depois veio a parte prática. Caminhadas, trotes e, finalmente, a corrida. O resultado veio rápido. Imaculada conta que já não sente aquele cansaço no final da tarde, nem as dores nas costas. A disposição para o dia-a-dia também aumentou significativamente.
O marido, a quem tenta convencer a correr também, bem como a família e os amigos, já percebem as mudanças.
- Acho que de certa forma me sinto como um exemplo porque encontrei o que estava me faltando e falo disso com entusiasmo, afirma Imaculada, que tem planos de participar de corridas de rua sem compromisso com a colocação.
A psicopedagoga afirma ainda que é muito natural sentir um pouco de desconforto no começo dos exercícios, mas que com a prática, isso tende a desaparecer e só restar o bem-estar de correr.