Morandini
Quarta-Feira, 23 de Abril 2008 - 1h33 2ª agência do INSS
Ainda não saiu do papel a 2ª agência do INSS. Os estudos direcionam para a área dos Campos Elíseos ou Vila Mariana e adjacências. A agência da rua Amador Bueno já é diminuta diante do grande número de segurados que procuram aquele local para a solução de seus problemas previdenciários. Brasília já autorizou a procura por um imóvel e todas as providências legais foram tomadas pelos responsáveis do INSS ligado ao Ministério da Previdência. As soluções estão patinando na teia burocrática. Até quando?
Serra da Canastra
Muitos ribeirão-pretanos visitaram a Serra da Canastra, em Minas Gerais para conhecer a estrutura turística daquele local. Dizem que são modestas, mas garantem um conforto razoável. Os agricultores daquela área só falam na Agrishow. Produtores rurais que saíram de nossa região e escolheram aquela área mineira para desenvolverem suas atividades garantem que o local é de futuro.
Praça
Os moradores de uma praça próxima do 4º DP, no Sumaré, dizem que o local virou “point” de viciados em maconha e outros tóxicos.
Flúor
O dentista Ary Balieiro, que denunciou o desperdício de flúor na mistura da água servida à nossa população em entrevista à coluna garantiu que a administração municipal irá reestruturar o Conselho que cuidará do problema. Segundo aquele profissional, mais de 79 mil reais são jogados “no ralo” com a forma da mistura do flúor nos reservatórios e poços do DAERP. O dr. Darwin ouvido pela reportagem garantiu que irá procurar uma fórmula para solucionar o problema e diminuir e mesmo acabar com a perda de vultosa quantia.
Ribeirão Verde
Na entrada do bairro Ribeirão Verde, rua Emídio Rosseto, há vários buracos. Os moradores já reivindicaram as providências da Secretaria da Infra-estrutura. Até onde nada havia sido feito. Acorda, gente.
Outdoor x semáforo
Um outdoor colocado há alguns dias em área publica situada na rua Rui Barbosa com a continuidade da José Bonifácio (caminho da Caramuru) está atrapalhando a visualização do semáforo ali situado. Será que a Fiscalização Geral não constata este abuso?