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Quarta-Feira, 30 de Abril 2008 - 22h35

Pesquisa gerou trabalho de conscientização


Foi por conta de uma queda brusca nos primeiros anos da vacinação contra a gripe que os governos resolveram fazer uma pesquisa em 2002, que constatou a necessidade de desmitificar a vacina contra a gripe.
A vacinação atingiu 84% dos idosos em seu primeiro ano, 1999, mas sofreu uma queda significativa entre 2000 e 2002, com uma média de 60%. A pesquisa de opinião em 2002 mostrou que os idosos tinham receio de tomar a vacina porque não entendiam a sua importância e por temerem reações, inclusive, uma suposta gripe após a aplicação.
Foi somente com um trabalho de esclarecimento público que os índices voltaram a subir. Em 2003, 74% dos idosos foram vacinados. O índice subiu para 78% nos dois anos seguintes, chegou aos 80% em 2006 e a 81% em 2007.
A médica Helena Sato diz que a meta deste ano é de pelo menos manter o mesmo índice do ano passado. Mesmo com o índice considerado bom, o Estado pretende aumentar ao máximo a quantidade de idosos vacinados.
A vacina combate o vírus Influenza, que provoca a gripe, nas suas mais diversas variações. Com isso, ao ser vacinado, o idoso fica imune à gripe, que tem na febre alta e a dor no corpo seus principais sintomas. Quem está vacinado, no entanto, não está livre de resfriados, que são causados por outros vírus e têm sintomas muito mais amenos, como a coriza, tosse e febre baixa.

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