Jornal A CIDADE

Leia_A_cidade

Agronegócio

Quarta-Feira, 30 de Abril 2008 - 23h41

Operários da feira são mais de 2,5 mil


O tempo nublado e o mormaço predominaram na manhã e tarde de ontem no Pólo Tecnológico, onde acontece a Agrishow. Foi bom para visitantes e expositores, e também para os vendedores de água-de-côco, refrigerantes e de cervejas. “Já bati a cota diária média, de 200 latinhas vendidas”, comemorava, pouco antes das 14h, o estudante do 3º colegial Marco Aurélio Scandar, de 17 anos, ao lado de seu ponto de venda.
Scandar responde por um dos 18 pontos instalados nas principais avenidas da feira. O freezer guarda 150 latas, mas, se faltar, o vendedor não precisa abandonar o posto. Cinco carrinhos circulam o tempo todo para reabastecer os recipientes com bebidas e gelo picado.
O estudante, que trabalha com vendas em sua segunda Agrishow seguida, arrisca um palpite: o movimento de negócios está mais aquecido nesse ano. “Mas a turma está chiando dos preços”, revela ele. “Isso de agronegócio não é comigo, quero cursar é administração de empresas”.
Pelo menos 2,5 mil outras pessoas passam no mínimo oito horas do dia na feira. São encarregadas da troca de luminárias, modelos em atendimento aos visitantes, ou mesmo técnicos que ficam de lado a outro acertando micros e notebooks. “Isso aqui parece um exército”, diz o jornalista Ênio Campói, diretor da Mecânica, empresa que presta assessoria para a Agrishow e recrutou cerca de dez profissionais para dar conta de atender aos mais de 200 jornalistas que cobrem a feira.

  • Imprimir
  • Enviar

É proibida a reprodução do conteúdo dessa página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso sem autorização escrita da Empresa Jornalistica Orestes Lopes de Camargo S\A
ARZ