Rodas e Cia
Terça-Feira, 13 de Maio 2008 - 23h27 Durante duas semanas, Rodas & Cia testou o Peugeot 307 Feline. O carro com motor 2.0 a gasolina vem equipado com propulsor que rende 143 cavalos e torque de 20 kgfm a 4.000 rpm.
Tanta potência para um hatch se justifica com os demais predicados do 307. Um dos seus pontos positivos é estabilidade e dirigibilidade. O motorista sente o conforto e a pegada ao sentar no 307.
O ajuste de altura do banco do motorista facilita a posição alta no volante, proporcionando boa visibilidade dianteira. A primeira impressão é das melhores pela sua ergonomia. O espaço interno é outro ponto positivo para o Peugeot.
O nível de ruídos internos pode ser considerado bom, mas a avaliação ficou comprometida pela qualidade do solo percorrido. O excesso de buracos nas ruas de Ribeirão expôs o 307 a situações extremas e nelas multiplicou sensação de barulhos internos, o que seria comum a qualquer modelo sob estas condições.
Com sua boa calibragem e a rolagem em asfalto com melhores condições, o 307 passa com boa nota neste quesito, embora não tire 10.
Estilo
Se há uma unanimidade sobre o Peugeot, ela está no quesito estilo. A nova linha do Peugeot 307 chama a atenção pela parte frontal do carro. O que já era bonito, ficou ainda mais destacado na grande grade preta do radiador, que é uma herança do Peugeot 407.
307 puxa crescimento
O modelo 307 é um dos grandes responsáveis pelo crescimento da Peugeot no mercado. No primeiro trimestre do ano, a Peugeot cresceu 23,6%, com destaque para os meses de janeiro (44%) e fevereiro (38,8%). Em relação ao 307 Hatchback, o crescimento de vendas em relação a 2007 é ainda mais expressivo: de janeiro a março, os números do modelo são positivos em 35,7% (1.245 unidades), 56,5% (1.077 unidades) e 33,2% (1.126 unidades), respectivamente.