Igor Ramos
Terça-Feira, 10 de Junho 2008 - 23h21 Argentina ou Pernambuco?
Será que todo este clima de guerra, que às vezes lembra algumas batalhas entre brasileiros e argentinos vai existir de fato em Recife? Não creio. O que o Corinthians vai enfrentar será uma equipe motivada, apesar de ter perdido o primeiro jogo por 3 a 1. A pressão será enorme, mas dentro das quatro linhas. A torcida não poderá marcar gols e o título vai ser resolvido na bola. A maior ameaça ao Corinthians talvez seja a arbitragem. Nunca sabemos como pode se comportar um árbitro diante de um jogo com tantos ingredientes. O Corinthians e seus jogadores possuem experiência de sobra para um confronto destes. Só perderá o título se não jogar bola e resolver ficar na defesa o tempo todo. Quem for campeão, será de maneira épica. O Sport, com uma virada [que é possível] ou o Corinthians, contra tudo e todos. Inclusive os milhares de secadores.
Livro Bota
Botafogo - Uma História de Amor e Glórias já desponta como um dos mais vendidos da Feira do Livro e das principais livrarias da cidade. Só tenho que agradecer ao carinho das pessoas que têm elogiado o livro e feito comentários nas comunidades do orkut e por e-mail. Resolvidos os problemas de distribuição, o mesmo se encontra em vários pontos de venda na cidade, entre eles a butique do Santa Cruz, a sede da Fiel Força Tricolor, Paraler, Saraiva, Atlas (Vila Tibério). No dia 28 [11 horas], lançarei o livro no berço do Tricolor, na Vila Tibério. No sábado, falarei sobre a obra no Café Filosófico da Feira do Livro, com a presença de jogadores que compõem a história. Todos estão convidados.
Livro Leão
Para quem tem perguntado, já está em execução o projeto para o primeiro livro da história do Comercial. Me coloco à disposição para receber qualquer material histórico para a pesquisa, publicações, jornais, fotos. Quem estiver disposto a colaborar, pode entrar em contato no e-mail igor.ramos@jornalacidade.com.br.
Olé Brasil
O grupo Leão assumiu o Olé Brasil. Com grande poder de gerenciamento, a empresa tem tudo para desenvolver o projeto. Porém o futuro é incerto, pois o grupo espera retorno imediato e no futebol as coisas nem sempre acontecem como programadas. Determinar em quatro ou cinco anos o retorno de R$ 5 milhões investidos me parece um pouco arriscado. Tomara que o projeto não morra no ninho. A região é rica em matéria prima e certamente dos campos do Olé sairão algumas jóias. Muitas delas que poderiam ser lapidadas no Palma Travassos ou no Santa Cruz, mas que já migram para a rodovia Abrão Assed, no campo artificial, muito bonito diga-se de passagem. Vida longa ao Olé, agora amparado pelo Leão. Com o perdão do trocadilho.