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Névio Archibald

Sabado, 14 de Junho 2008 - 19h29

Névio Archibald


O problema do Boi
O prefeito de Cravinhos, José Carlos Carrascosa, o Boi, do PSDB, está esperando a convenção do partido marcada para o dia 29 de junho para decidir quem será o candidato a prefeito da cidade que irá apoiar.

Não pode
Boi é prefeito de Cravinhos pela segunda vez e não pode se candidatar à reeleição neste ano.

Ligados
Procura se manter longe da disputa interna do partido porque os dois pré-candidatos são intimamente ligados a ele.

Cabelinho e Brasa
Um, o “Cabelinho” (José Francisco Matasso Ferdinando), é seu vice-prefeito, e o outro, o “Brasa” (Brasilino Machado), seu sócio num supermercado.

Para embolar
Para embolar mais a coisa os dois pré-candidatos são cunhados. Boi, paciente, vai dando tempo ao tempo.

No hospital
A semana não foi muito boa para alguns políticos locais. O vereador Cícero Gomes da Silva, do PMDB, candidato à reeleição, teve uma queda de pressão e ficou em observação no hospital São Paulo.

Cólica e gripe
A pré-candidata a prefeita de Ribeirão Preto, Dárcy Vera, do DEM, foi internada no hospital São Lucas com cólica renal e Feres Sabino, pré-candidato a prefeito pelo PT, pegou uma gripe forte que o jogou na cama e fez suspender a campanha por quatro dias.

Prontos
Os três pré-candidatos já se dizem bem e prontos para suas respectivas campanhas.

Quer o PP
A deputada estadual Dárcy Vera (DEM), virtual candidata a prefeita, faz de tudo para conseguir o apoio formal do PP.

Cria de Marcelino
Cria política do ex-deputado federal Marcelino Romano Machado, princípal líder do PP, Dárcy diz contar com o apoio do partido, hoje comandado por Maurílio Romano Machado, filho de Marcelino.

Na carne
Ela confessou ao repórter deste jornal, Eduardo Schiavoni que se os dois partidos não estiverem juntos, sentirá o golpe “na carne”.

Sentimental
Chamada por muitos de populista, a democrata apela, também, para a relação sentimental que mantém com Marcelino para convencer o PP a fechar o apoio.

Sentida
“Tudo que aprendi na política devo ao Marcelino. Se o PP não estiver comigo, ficarei muito magoada, sentida mesmo”, concluiu.

Namorados
Um casal depois de batalhar três dias, e de usar prestígio de pessoas influentes, conseguiu mesa para o jantar num restaurante do alto da cidade. Disse o homem à coluna, um italiano que mora em Ribeirão há anos, que comeu bem, bebeu duas taças de vinho, garrafinhas de água mineral e, ao final, pagou R$ 402,00.

Porém, caro
Acha o italiano que nossos restaurantes servem bem, sem dúvida, mas cobram “um pouco caro.”

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