Cidades
Quinta-Feira, 3 de Julho 2008 - 0h28 Sobre a interdição de parte do lote de leite longa vida da marca Elegê, produzido em 7 de março de 2008, realizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 20 de junho de 2008, a Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida (ABLV) divulgou ontem nota de esclarecimento.
Segundo ela, o produto interditado, como atestam os laudos do Ministério da Agricultura e do laboratório SFDK – habilitado pela Anvisa –, não apresenta qualquer problema de contaminação; portanto, não causa danos à saúde do consumidor.
“O lote interditado, diz, produzido pela Avipal Nordeste S/A, já havia sido liberado para consumo em 20 de março de 2008, após ter sido analisado pelo Laboratório do Ministério da Agricultura (Lanagro/GO) e pelo SFDK.”
“O produto foi colocado à disposição do mercado consumidor somente depois de as análises feitas por esses laboratórios terem atestado a sua qualidade, considerando-o adequado para o consumo”, diz a nota distribuída ontem.
A interdição divulgada pela Anvisa baseou-se exclusivamente em análise preliminar realizada pelo Lacen/MG (FUNED), que apontou supostas alterações nos índices de proteína, gordura , cloretos e sacarose e na rotulagem do produto, afirma a entidade.
A Anvisa não considerou os resultados das análises de contraprova solicitadas pela Avipal Nordeste, feitas no próprio Lacen e que atestaram que o produto não oferece risco à saúde. A rotulagem do produto também foi devidamente aprovada pelo Ministério da Agricultura.
A ABLV não aceita em hipótese nenhuma que se ponham em risco a qualidade do leite e a saúde do consumidor. Por isso, apóia iniciativas que garantam a integridade do alimento e punam os responsáveis por ilegalidades.