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CNI projeta crescimento de 2,1% do PIB em 2014

CNI projeções

19/12/2013 - 10:39

Agencia Estado

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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) projeta um crescimento de 2,1% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional em 2014 e uma expansão de 2,0% do PIB industrial no mesmo período. Para 2013, a Confederação estima crescimentos de 2,4% do PIB do País e de 1,4% do PIB da indústria. Os números estão no documento sobre as projeções para a economia brasileira, divulgado nesta quinta-feira, 19, pela Confederação.

A projeção da CNI para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2014 é de 6%. Para este ano, a previsão é de 5,7%. Para a taxa real de juros, a previsão é de uma média no ano de 2% em 2013 e de 4,4% em 2014.

A CNI ainda prevê uma taxa nominal de juros de 10% no fim deste ano e de 10,5% no fim do próximo ano. A taxa média de juros nominal do ano, segundo a CNI, deve ficar em 8,29% em 2013 e 10,48% em 2014. Para o câmbio, a Confederação prevê uma taxa nominal de R$ 2,16 na média de 2013 e de R$ 2,35 na média de 2014. A média de dezembro deste ano é de R$ 2,36 e para dezembro de 2014 é de R$ 2,45.

A CNI espera um saldo comercial de US$ 700 milhões em 2013 e de US$ 9 bilhões em 2014. Neste ano, o pequeno superávit na balança comercial do País será resultado, segundo as expectativas da Confederação, de exportações no valor de US$ 239,4 bilhões e de importações de US$ 238,7 bilhões. No próximo ano, as vendas externas somarão, segundo a projeção da CNI, US$ 249 bilhões, e as compras, US$ 240 bilhões.

O consumo das famílias e os investimentos devem cair em 2014 ante 2013, diz a CNI. O consumo das famílias deve terminar 2013, na mesma avaliação, em 2,1% e ficar em 1,7% em 2014. A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que também é muito importante para o crescimento do País, deve encerrar 2013 com crescimento de 7,1%. Em 2014, a projeção é de um aumento menor, de 5%. Ainda de acordo com as expectativas da CNI, o desemprego deve aumentar. A taxa de desemprego, que deve encerrar este ano em 5,4%, ficará em 5,6% em 2014, projeta a Confederação.

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