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Caso Joaquim: Polícia conclui reconstituição com padrasto

Guilherme Longo foi levado à DIG e, após depoimento, reconduzido à prisão; delegado diz que ação superou expectativa

22/11/2013 - 11:45

Jornal A Cidade - Da reportagem

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F.L.Piton / A Cidade

*Notícia atualizada às 17h40

A Polícia Civil concluiu a reconstituição da noite do sumiço de Joaquim por volta das 17h desta sexta-feira (22). O padrasto do menino, Guilherme Longo, foi levado à DIG (Delegacia de Investigações Gerais) para depoimento e, depois, reconduzido à prisão, em Barretos. O delegado responsável pela investigação sobre a morte da criança, Paulo Henrique Martins de Castro, disse ao A Cidade que a reconstituição superou a expectativa da polícia. As Polícias Civil e Militar já deixaram o local, mas aproximadamente 30 pessoas permanecem em frente à residência da família, no Jardim Independência. As ruas no entorno já foram liberadas. Acompanhe a cobertura completa na edição impressa do A Cidade deste sábado.

Veja galeria de fotos

*Notícia atualizada às 16h47

Guilherme volta para casa da família, após percorrer, por aproximadamente 17 minutos, o trajeto que diz ter feito para comprar entorpecente. À época, ele afirmou que não encontrou o fornecedor e que voltou para casa 40 minutos depois de ter saído. A porta da residência teria ficado aberta nesse período. Neste momento, o padrasto está dentro da residência com os policiais que acompanham o caso.

Cristiano Pavini / A Cidade

*Notícia atualizada às 16h35

O delagado responsável pelo caso, Paulo Henrique Martins de Castro, disse em entrevista ao A Cidade "a reconstituição foi melhor do que eu esperava."

*Notícia atualizada às 16h25

Guilherme segue para o local onde apontou ter ido comprar entorpecente na madrugada do sumiço de Joaquim Ponte Marques. Escoltado pela Cavalaria da PM, o padrasto é bastante hostilizado por populares que acompanham a reconstituição.

F.L.Piton / A Cidade

*Notícia atualizada às 16h02

Cavalaria da Polícia Militar está dando apoio à segurança no entorno da casa onde morava o menino Joaquim. Três cavalos da PM ficaram parados na frente do imóvel. Na madrugada do dia 5 de novembro, Guilherme disse que caminhou por cerca de 1,5 mil metros.

*Notícias atualizada às 15h50

Peritos fizeram a medição do portão e também  da distância entre o quarto de Joaquim até o portão da casa. Depois, a polícia vai pedir para Guilherme mostrar o percurso percorrido quando saiu de madrugada para comprar droga.

Veja galeria de fotos

*Notícia atualizada às 15h10

Guilherme Longo acaba de entrar na casa acompanhado dos peritos. Ele está algemado nas mãos e nos pés, vestindo camisa vermelha, calça jeans e protegido por um colete a prova de balas.

*Notícia atualizada às 15h

Oito peritos da Polícia Científica e o delegado Paulo Henrique Martins de Castro já estão na casa onde morava o menino Joaquim, no Jardim independência. O padrasto Guilherme Longo foi recebido por aproximadamente 50 pessoas gritando 'assassino'. O advogado Alaxandre Durante, que defende o pai de Joaquim, Artur Paes, também acompanha a reconstituição, junto com o advogado de Guilherme, Antonio Carlos Oliveira. Cinquenta policiais militares fazem a segurança no local. Um boneco será utilizado para simular o corpo do menino Joaquim.

Crsitiano Pavini / A Cidade

 Peritos e policiais participam da reconstituição da morte do menino Joaquim em Ribeirão Preto; clique para abrir galeria (Foto: Cristiano Pavini / A Cidade)

 *Notícia atualizada às 14h30

Tiago Freitas / Especial
Padrasto de Joaquim, Guilherme Longo deixa a delegacia para participar da reconstituição; clique para abrir galeria (Foto: Tiago Freitas / Especial)

Por volta das 14h30, o delegado Paulo Henrique Martins de Castro, que investiga a morte do menino Joaquim Ponte Marques, de três anos, deixou a sede da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) acompanhado da padrasto da criança, Guilherme Longo.

A mãe, Natália Ponte foi trazida da cadeia de Franca, porém não deverá participar da reconstituição do crime.

Por motivo de segunraça, uma força-tarefa foi montada entre a PM (Polícia Militar), Polícia Civil e Transerp, que isolaram a região próxima a casa onde o casal morava, na rua Briagdeiro Tobias de Aguiar, no Jardim Independência, em Ribeirão Preto.

Mãe e padrasto chegam em Ribeirão

A mãe e o padrasto do menino Joaquim Ponte Marques foram levados à DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Ribeirão Preto por volta das 11h desta sexta-feira (22), para que seja feita a reconstituição do sumiço e morte da criança, de apenas três anos.

O delegado responsável pelo caso, Paulo Henrique Martins de Castro, afirmou em entrevista que a participação de Natália na reconstituição está descartada.

A psicóloga Natália Ponte e o técnico em informática Guilherme Longo suspeitos e estão presos temporariamente desde 10 de novembro, quando o corpo do menino foi encontrado no rio Pardo, em Barretos.

A previsão é que a reconstituição ocorra às 14h e comece na casa onde o casal morava, no Jardim Independência.

Natália está presa na Cadeia Feminina de Franca (SP) e Longo na Delegacia Seccional de Barretos. O casal alega inocência e foram trazidos separados para Ribeirão Preto, em carros da Polícia Civil.

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